Quando, enquanto grupo em concorrência com outro ou com outros grupos, disputamos coisas vitais, coisas, por exemplo, como recursos de poder, teremos a tendência para sobrevalorizar entidades como a nossa raça, a nossa etnia, a nossa história, etc. Essas entidades surgem como autónomas, como substâncias possuindo vida independente das relações sociais e dos recursos de poder em disputa. Os grupos, esses surgem como meros depositários das substâncias, substâncias regra geral biologizadas: "cultura branca", "cultura negra", "identidade branca", "identidade negra".
Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
1 comentário:
O fetichismo da mercadoria de Karl Marx...
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