De um trabalho de Sandile Memela no Thought leader sul-africano: "Quando se olhava para estes jovens líderes, eram visionários que apontavam as melhores soluções para a paz, justiça e democracia na sociedade que desejavam (...) Mas 35 anos depois, os jovens líderes de hoje parecem estar muito ansiosos para serem vistos conduzindo BMWs, Range Rovers e outros carros caros. Como se isso não fosse suficiente, desejam ser vistos exercendo o que é considerado seu direito de endereço exclusivo em subúrbios brancos e ombro a ombro com pessoas bem situadas, experientes, super-empreendedores que podem dar-lhes acesso ao dinheiro e a tudo o que mais podem comprar." (tradução minha, CS). Aqui. Para traduzir, aqui.Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
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10 junho 2011
Jovens líderes sul-africanos descritos por Memela
De um trabalho de Sandile Memela no Thought leader sul-africano: "Quando se olhava para estes jovens líderes, eram visionários que apontavam as melhores soluções para a paz, justiça e democracia na sociedade que desejavam (...) Mas 35 anos depois, os jovens líderes de hoje parecem estar muito ansiosos para serem vistos conduzindo BMWs, Range Rovers e outros carros caros. Como se isso não fosse suficiente, desejam ser vistos exercendo o que é considerado seu direito de endereço exclusivo em subúrbios brancos e ombro a ombro com pessoas bem situadas, experientes, super-empreendedores que podem dar-lhes acesso ao dinheiro e a tudo o que mais podem comprar." (tradução minha, CS). Aqui. Para traduzir, aqui.25 outubro 2013
Como parámos de pensar como africanos
26 setembro 2013
Quem é negro e quem não é?
Não há apenas uma identidade negra, há várias identidades negras, formadas nos últimos 20 anos, com visões e posições sociais diferentes. Raça e tribo são categorias residuais da identidade sul-africana. Mais de 50% por cento dos sul-africanos invocaram em 2012, primeiro do que tudo, a cidadania sul-africana, não a raça ou a tribo. Querer ser negro, como querer ser branco, é uma escolha - essas, algumas das posições de Sandile Memela num texto com o título em epígrafe, aqui.16 agosto 2011
20 janeiro 2011
"Negros sul-africanos são mais Europeus do que Africanos"
Quem o afirma é Sandile Memela no Thought Leader sul-africano, online aqui. Já agora, permito-me sugerir-vos que leiam um outro texto dele no qual aborda o que chama vitimologia (nas suas palavras, "orientação política que perpetua o estereótipo e o mito de que o povo negro é sempre lamentavelmente uma vítima prejudicada que carece de ajuda"). Aqui. Para traduzir, aqui.
Adenda às 8:20: tenho escrito muito sobre categorias globalizadoras e globalizadas do género "negros", "brancos", "africanos", "europeus", etc. E certamente continuarei a fazê-lo. Entretanto, sugiro recordem o problema de Simmel, aqui.
Adenda 2 às 9:08: "Entre o movimento negro e marxismo: genealogia intelectual de uma época - Amílcar Cabral e Mário Pinto de Andrade", aqui.
Adenda 3 às 9:11: "Movimento da negritude: uma breve reconstrução histórica", aqui.
Adenda às 8:20: tenho escrito muito sobre categorias globalizadoras e globalizadas do género "negros", "brancos", "africanos", "europeus", etc. E certamente continuarei a fazê-lo. Entretanto, sugiro recordem o problema de Simmel, aqui.
Adenda 2 às 9:08: "Entre o movimento negro e marxismo: genealogia intelectual de uma época - Amílcar Cabral e Mário Pinto de Andrade", aqui.
Adenda 3 às 9:11: "Movimento da negritude: uma breve reconstrução histórica", aqui.
04 outubro 2013
Identidade tribal desaparece rapidamente
Com o título em epígrafe, um trabalho do sul-africano Sandile Memela: "Os Sul-africanos estão a afastar-se do grupo linguístico, tribal ou racial (8,8%), como base de auto-identidade ou de descrição. [Em vez disso, a percentagem de pessoas que se identificam simplesmente como orgulhosos sul-africanos permaneceu consistente em cerca de 52% entre 2004 (52,8%) e 2012 (52,4%). Trata-se de um passo gigante nos esforços para a coesão social e e para a construção da nação. Raça e tribo são menos usadas como base auto-identitária." Aqui.
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