09 julho 2012

Um tema

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4 comentários:

ricardo disse...

Pois e sr. Professor. Mas poe o guizo ao gato? Diz-se que os medicamentos tradicionais criam problemas de saude publica. Mas o que faz o respectivo departamento do MISAU para regular esta venda? E quando o medicamento convencional e inexistente, que alternativa se propoe? A Morte?

Eu creio que se esta a perder uma bela oportunidade de aproveitar o que ha de positivo na dita medicina tradicional, sobretudo a parte ervanaria. Eu nunca percebi porque na Europa ervanarias como a Casa Ada prosperam com o processamento e venda de medicamentos ditos cafreais, e aqui em Africa nao se regula ou mesmo proibe-se o seu uso.

E no minimo caricato.

Salvador Langa disse...

Ninguém vai se preocupar, é "cultura".

nachingweya disse...

O primeiro aspecto errado e principal perigo para a saude pública é que as ruas sirvam para comercializar seja o que for (nessa área parabens aos municípios da Manhiça e Maxixe)

POLITIQUICES DOS NOSSOS DIAS disse...

Realmente é preocupante este fenomeno, pois se é a AMETRAMO que nos alerta sobre o facto, quam de direito deve tomar medidas de forma a acabar com a venda destes medicamentos ou por outra regular a venda dos mesmos. É altura do MISAU produzir um projecto de Lei e submeter a AR para que de forma organizada se processe a venda destes. Abraço