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19 fevereiro 2008

Gemuce (4) (fim)



E termino este série sobre Gemuce. Artista plástico e professor de Anatomia Artística, Desenho Analítico, Pintura e Comunicação Visual na Escola de Artes Visuais em Maputo; licenciado em Belas Artes, Instituto de Belas Artes de Kiev, Rússia; mestre em Pintura de Murais, Academia de Belas Artes, Ucrânia 2000/01; mestre em Concepção e Gestão de Projectos Culturais, Faculdade de Formação Internacional Cultural, Paris, França. Eis aqui um dos mais expoenciais pintores moçambicanos: Pompílio Hilário Gemuce. Conheci-o em Paris, não me ocorre agora o ano. Trato fino, homem culto, uma sensibilidade admirável, um artista excepcional. Eis uma curta entrevista:
Carlos Serra: o Gemuce é bom pintor?
Pompílio Gemuce: preferia que me tratassem por artista. Ser pintor entendo como um ofício de aplicar e combinar cores nalguma superfície... Artista é aquele que usa diferentes recursos para comunicar de uma forma não comum e talvez interessante. No meu caso, convencionalmente “artista visual”, uso tintas, desenhos, imagens e outros recursos como meios de comunicação para expor as minhas preocupações. Entendendo que a questão é formulada para este sentido, diria que não me considero bom artista porque ainda não atingi a minha satisfação absoluta e, por outro lado, todas as vezes que pretendo criar uma obra de arte torna-se sempre um grande desafio e faço com muita dificuldade. Somo neste percurso artístico mais frustrações que sucessos. Mas porque assumi que esta vida é de muito desafio então trato de dar costas às frustrações e não mostrá-las.
Carlos Serra: como se diferencia de Malangatana?
Pompílio Gemuce: diferencio-me de Malangatana por geração, objectivos na carreira e oportunidades de promoção.
Carlos Serra: analise a pintura moçambicana hoje em poucas palavras.
Pompílio Gemuce: falando concretamente da pintura, acho que está estagnada, mas esta situação verifica-se em todo o mundo. A pintura é um midia que muito foi usado pelos artistas como recurso de angariação de fundos pela sua facilidade de comercialização. Desta forma ficou banalizada a sua essência artística, embora existam ainda grandes mestres a fazerem maravilhas. A arte no geral em Moçambique, sobretudo a “visual”, acho que anda perturbada por falta de um protagonismo saudável. Mas esta situação pode-se considerar estar ao nível do desenvolvimento do país e não quero de modo algum ignorar os poucos esforços empreedidos a níveis oficiais e particulares no sentido de dar a mão a esta questão do protagonismo saudável. Faço críticas severas ao Ministério da Cultura, por não conseguir criar mecanismos adequados para esta questão. Sem um ensino superior nesta área dificilmente teremos protagonismo condigno capaz de pôr a arte moçambicana a nível internacional. Balanço rápido: 0 faculdades de arte, o galerias de arte proficionais, 1 escola média de arte, 0 críticos de arte, 1 historiadora de arte com doutoramento, 1 curador curioso, 1 sociólogo de arte em formação, cerca de uma dezena de artistas com formação superior. Aspiração: artistas capazes de representar condignamente o país em competições internacionais (a transformação de armas por obras de arte é um projecto social e não artístico. Vender ao ocidente o “exotismo africano” é um projecto ocidental e não moçambicano).
Nota: títulos dos quadros de cima para baixo: "Mabjaia, sonho frustrado", "Às escondidas" e "Deixa-me andar")

07 novembro 2007

Gemuce

Um quadro do pintor Gemuce, encontrável no blogue do Ouri Pacamutondo.
Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana e a linha de Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar).
No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo.
No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá.
Com Malangatana tradicionalizo a modernidade, com Gemuce modernizo a tradição.

19 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (6)


Sexto número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe Título: des-equilibristas, Dimensões: 130x100, Técnica: Óleo s/tela
Ano: 2015
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Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

03 junho 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (17)


Décimo sétimo número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe: S/título, Dimensões: 130x100, Técnica: Óleo s/tela, 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

15 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (2)

Segundo número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe: Sem título, Dimensões:100x70 Cm, Técnica: Aguarela s/papel, Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

04 fevereiro 2008

Gemuce (3)



Artista plástico e professor de Anatomia Artística, Desenho Analítico, Pintura e Comunicação Visual na Escola de Artes Visuais em Maputo; licenciado em Belas Artes, Instituto de Belas Artes de Kiev, Rússia; mestre em Pintura de Murais, Academia de Belas Artes, Ucrânia 2000/01; mestre em Concepção e Gestão de Projectos Culturais, Faculdade de Formação Internacional Cultural, Paris, França. Eis aqui um dos mais expoenciais pintores moçambicanos: Gemuce. Conheci-o em Paris, não me ocorre agora o ano. Trato fino, homem culto, uma sensibilidade admirável, um artista excepcional. Muito obrigado, Gemuce, pela cedência do vídeo.

29 janeiro 2008

Gemuce (1)



Artista plástico e professor de Anatomia Artística, Desenho Analítico, Pintura e Comunicação Visual na Escola de Artes Visuais em Maputo; licenciado em Belas Artes, Instituto de Belas Artes de Kiev, Rússia; mestre em Pintura de Murais, Academia de Belas Artes, Ucrânia 2000/01; mestre em Concepção e Gestão de Projectos Culturais, Faculdade de Formação Internacional Cultural, Paris, França. Eis aqui um dos mais expoenciais pintores moçambicanos: Gemuce. Conheci-o em Paris, não me ocorre agora o ano. Trato fino, homem culto, uma sensibilidade admirável, um artista excepcional. Muito obrigado, Gemuce, pela cedência do vídeo.

29 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (15)

Décimo quinto número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe: Título: Flutuantes, Dimensões: 130x100, Técnica: Óleo s/tela, Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

20 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (7)

Sétimo número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe Título: Corrida vertiginosa, Dimensões: 130x100 cm, Técnica: Óleo s/tela, Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

25 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (11)

Décimo primeiro número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe Sem título, Dimensões: 130x100, Técnica: Óleo s/tela
Ano: 2015
Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

21 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (8)

Oitavo número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe Título: Imprevisto, Dimensões: 130x100 Cm, Técnica: Carvão s/tela
Ano: 2015
Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

27 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (13)

Décimo terceiro número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe: Título: A noiva, Dimensões: 55,5x82 cm, Técnica: Aguarela S/papel, Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

30 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (16)

Décimo sexto número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe: Sem título, Dimensões: 55,5x82 cm, Técnica: Aguarela S/papel, Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

28 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (14)

Décimo quarto número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe: Sem título, Dimensões: 100x70, Técnica: Aguarela s/papel, Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

22 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (9)


Nono número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe Sem Título, Dimensões: 130x100 Cm, Técnica: Carvão s/tela, Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

17 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (4)

Quarto número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe Sem título, Dimensões: 55,5x82 cm, Técnica: Aguarela S/papel, Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

31 janeiro 2008

Gemuce (2)



Artista plástico e professor de Anatomia Artística, Desenho Analítico, Pintura e Comunicação Visual na Escola de Artes Visuais em Maputo; licenciado em Belas Artes, Instituto de Belas Artes de Kiev, Rússia; mestre em Pintura de Murais, Academia de Belas Artes, Ucrânia 2000/01; mestre em Concepção e Gestão de Projectos Culturais, Faculdade de Formação Internacional Cultural, Paris, França. Eis aqui um dos mais expoenciais pintores moçambicanos: Gemuce. Conheci-o em Paris, não me ocorre agora o ano. Trato fino, homem culto, uma sensibilidade admirável, um artista excepcional. Muito obrigado, Gemuce, pela cedência do vídeo.

16 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (3)

Terceiro número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe: Título: Aniversário da debutante, Dimensões: 100x70 Cm, Técnica: Aguarela s/papel, Ano: 2015. Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.

18 maio 2015

Pedalando: quadros de Gemuce (5)

Quinto número da série. Identificação atribuída pelo pintor ao quadro em epígrafe Título: Partida do cabrito, Dimensões: 100x70, Técnica: Aguarela , s/papel Ano: 2015Recorde neste blogue uma série de 2008 sobre Gemuce, aí compreendidas uma biografia e uma entrevista, aqui.
Adenda: de uma postagem de 2006 neste diário: "Tenho para mim que existem duas linhas de força fundamentais na pintura moçambicana: a linha de Malangatana Ngwenha e a linha de Pompílio Gemuce, dois excepcionais pintores (esqueço aqui matizes, escolas intermediárias, bifurcações; e sei que não concordarão comigo, o que é salutar). No primeiro caso, penetro nas tradições densas: a figura sem anatomia precisa, o traço cheio, a máscara, a magia, o esgar, o medo, o terror do passado, a cor quente, grudante, como se o sonho fosse um pesadelo. No segundo caso, penetro nas tradições estilizadas, modernizadas, no traço aprendido na academia, leve como uma folha, nas cores frescas, nas figuras esguias, na expectativa de um sonho calmo que necessariamente acontecerá." Aqui.