24 julho 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Inhambane (19)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (7); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (8); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (44); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (14); A difícil fórmula da distribuição de consensos (8); Hábitos e fixismos (9); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (17); Ditos (46); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

690 fotografias

"Diário de um fotógrafo", aqui

No Dia do Professor

Com formulários já disponíveis, aqui.

Morte dos blogues moçambicanos? (6)

Sexto número da série. No número anterior escrevi não haver indicadores fiáveis mostrando que matamos os blogues para vivermos com as redes sociais. Na verdade, a presença nas redes sociais, especialmente no Facebook, de alguns (muito poucos) ex-bloguistas (ou em vias disso) que não se escondem no anonimato não é suficiente para fazer fé na demasiado fácil tese da primazia fagocitante das redes sociais. Este é, afinal, um problema muito complicado e com várias lados. Creio ser pertinente colocar aqui o que chamarei problema de MarxProssigo mais tarde. Imagem reproduzida daqui.
(continua)

O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (93)

Um pouco mais da série. Escrevi no número anterior que as resistências abordadas nesta série jamais puseram em causa o sistema colonial. Perturbavam-lhe muitas vezes as periferias, mas deixavam incólume o centro decisório. Por outras palavras, permitiam, afinal, que o sistema continuasse a reproduzir-se. Então, uma verdadeira contestação do Estado colonial devia seguir outros caminhos fazendo frente ao seu centro decisório. Chegou a altura de escrever um pouco sobre a luta de libertação, tema pleno de arestas e prismas. Prossigo mais tarde.
(continua)

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Se quiser anpliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Segundo "Diário da Zambézia"

Observação: se eu fosse jornalista, teria perguntado ao edil por que razão camisetes e bandeiras do MDM transformaram a festa municipal em momento partidário.

23 julho 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Inhambane (19)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (6); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (8); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (44); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (14); A difícil fórmula da distribuição de consensos (8); Hábitos e fixismos (9); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (17); Ditos (46); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (93)

Confira

"Diário de um fotógrafo", aqui

Premiando dedicação e qualidade

A pobreza mora na cabeça? (7)

Sexto número da série. Escrevi no número anterior que o modo de produção que nos molda leva-nos à convicção de sermos indivíduos capazes de fazer e de mudar não importa o quê, à convicção de que tudo se resume ao indivíduo em si. Então, a primeira tarefa consiste em desconstruir essa maneira de pensar, confortante mas idealista. Essa maneira de pensar escamoteia o que chamo peso da história. Como escreveu um dia Marx, "as pessoas fazem a sua própria história, mas não a fazem arbitrariamente, nas condições por eles escolhidas, mas nas condições directamente dadas e herdadas do passado. No cérebro dos vivos pesa com força a tradição de todas as gerações mortas". O que quer isso dizer? Prossigo mais tarde (imagem reproduzida daqui).
(continua)
Sugestão: recorde a minha série em sete números intitulada Onde moram os pobres?, aqui.

Uma viagem a Inhambane (18)

O jurista e ambientalista Carlos Serra Jr esteve há dias na província de Inhambane. Eis o décimo oitavo número do registo fotográfico que fez. A anterior série fotográfica do autor, sobre o Chócuè, foi divulgada neste diário aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)
Nota: a próxima série do autor versará sobre Tete/Moatize.

Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (43)

Quadragésimo terceiro número da série, prosseguindo na décima sexta questão:
Carlos Serra: Como analisais o mundo hoje?
Régio Conrado: Se tivermos em conta que a globalização é um fenómeno capitalista e complexo que começou na era dos descobrimentos e que se desenvolveu a partir da revolução industrial, podemos dizer que hoje os países da periferia são os que são violentamente explorados e espoliados, saqueados, pois que como como Marx dizia, para a sobrevivência do capitalismo é necessário que os países pobres existam em grande escala (a resposta prossegue no próximo número, CS)
(continua)

O casamento das famílias (17)


Décimo sétimo número da série, mantendo-me no segundo ponto do sumário que vos propus aqui e sempre trabalhando com hipóteses: 2. Diferentes tipos de casamentos. Ecsrevo agora sobre os casamentos classes baixa. Quais são as suas características? Este é o tipo mais alegre e ruidoso dos três tipos de casamentos aqui em causa, é como que a ampliação, a exasperação festiva dos casamentos classe média. É, verdadeiramente, uma catarse, uma compensação para as dificuldades da vida. Permitam-me prosseguir mais tarde. A foto em epígrafe é minha e encontra-se aqui.
(continua)

Dossiers

Terceira parte de um dossier com peças do semanário "Savana" datado de 13/07/2012, aqui.
(fim)
Na íntegra, edição de 20/07/2012, aqui.

Sobre o Niassa

Negócios em Moçambique

Aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.

22 julho 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Inhambane (18); Dossier 4 "Savana" (Edição de 13/07/2012); Dossier 1 (Edição de 20/07/2012); "Faísca"
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (6); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (7); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (43); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (14); A difícil fórmula da distribuição de consensos (8); Hábitos e fixismos (9); O casamento das famílias (17); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (17); Ditos (46); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (93)

690ª foto (Porto de pesca de Maputo)

"Diário de um fotógrafo", aqui

Novas reservas indígenas

Tiram-nos das suas terras na fantástica saga mineral, metem-nos em locais não desejados, cortam o cordão umbillical de culturas e hábitos, fabricam um verniz de bem-estar sobre o qual os destinatários não foram consultados. Depois, prosperam nos negócios exportadores com seus parceiros locais, negócios de onde, ontem como no futuro, são arredados, como accionistas, os pobres habitantes das novas e tristes reservas indígenas. A rematar a abóbada do edifício, proclama-se, em solenes seminários e na imprensa de ponta, que o desenvolvimento é irreversível.
Observação: esta é uma postagem baseada em algumas ideias e fotos de Carlos Serra Jr.

Uma viagem a Inhambane (17)

O jurista e ambientalista Carlos Serra Jr esteve há dias na província de Inhambane. Eis o décimo sétimo número do registo fotográfico que fez. A anterior série fotográfica do autor, sobre o Chócuè, foi divulgada neste diário aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)
Nota: a próxima série do autor versará sobre Tete/Moatize.

Poder de persuasão dos SMS (13)

Décimo terceiro número da série, baseada neste tema aqui. Prossigo no quinto ponto do sumário proposto aqui. 5. Dois tipos multiplicadores de aceitação do conteúdo do sms. Escrevi no número anterior que o desarme analítico é comum em todos nós. O que significa? Significa que estamos abertos a acreditar não importa em quê desde que duas condições estejam reunidas. Que condições? As seguintes: (1) acúmulo de fenómenos julgados inquietantes do passado (o efeito retroactivo referido aqui) e (2) confiança no uso colectivo dos modernos meios de comunicação. Prossigo mais tarde. Imagem reproduzida daqui.
(continua)

Queijem esta dialéctica apiripirada!

Sob receita holandesa a cargo de um zimbabweano, este queijo com piripiri é produzido em Chimoio, província de Manica. Queijem esta deliciosa e apiripirada dialéctica!

Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (42)

Quadragésimo segundo número da série, prosseguindo na décima sexta questão:
Carlos Serra: Como analisais o mundo hoje?
Régio Conrado: É um mundo em que os direitos humanos como tais são apenas para uma pequena minoria como diria Arend Lipjhart. E isso implica ostensivamente que já não podemos falar de um mundo justo pois que a injustiça tornou-se a lei do dia-a-dia, a justiça do mais forte é que reina. É, em geral, um mundo sem liberdade, sem justiça, sem igualdade (a resposta prossegue no próximo número, CS)
(continua)

Humor

Há gente no país a defender que o povo é preguiçoso. Acho que não fica nada mal uma nota de humor neste domingo - dia de santo repouso cristão - dando-vos a conhecer, na íntegra, o livro de Paul Lafargue, divulgado em 1880 e intitulado "O Direito à preguiça", aqui.
Observação: já agora, sem humor, sugiro recordem a minha série em 15 números intitulada Os Moçambicanos são preguiçosos?, aqui.

21 julho 2012

Novas reservas indígenas

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Inhambane (17); Dossier 4 "Savana" (Edição de 13/07/2012); Dossier 1 (Edição de 20/07/2012); "Faísca"
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (6); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (7); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (42); Poder de persuasão dos SMS (13); A hipótese do duplo poder (14); A difícil fórmula da distribuição de consensos (8); Hábitos e fixismos (9); O casamento das famílias (17); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (17); Ditos (46); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (93)

Sinta

12 de Outubro

Uma viagem a Inhambane (16)

O jurista e ambientalista Carlos Serra Jr esteve há dias na província de Inhambane. Eis o décimo sexto número do registo fotográfico que fez. A anterior série fotográfica do autor, sobre o Chócuè, foi divulgada neste diário aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)
Nota: a próxima série do autor versará sobre Tete/Moatize.