06 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (12); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (23); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (38); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (11); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); Morte dos blogues moçambicanos? (71); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Logo à noite/21 horas/TVM

Criminalidade e policiamento comunitário - eis o tema do programa Grande Debate de logo à noite, na "Televisão de Moçambique", a partir das 21 horas. A esse propósito, recorde neste diário a postagem intitulada Patrulhas, aqui.
Adenda às 8:17: o mesmo tema foi esta manhã abordado no Café da Manhã da "Rádio Moçambique", 7:30 horas, sob direção do jornalista Emílio Manhique. Notei grande preocupação dos ouvintes com a crueldade do crime cometido com ferros de engomar na Matola (passar a ferro as vítimas).
Adenda 2 às 12:40: a STV vai também dedicar-se ao fenómeno no programa Debate da Nação, que será gravado amanhã e televisionado na quarta-feira seguinte.

Textos completos

Alguns textos completos de séries que têm surgido aqui no diário estão a ser disponibilizados na minha página da Academia.edu, aqui.

O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (37)

"(...) a nossa preocupação no que se refere aos moçambicanos na África do Sul tem a ver com a extrema violência com eles tem sido tratados quando cometem crimes. Isto aconteceu agora, foi um caso excepcional, admitamos, mas também temos tido conhecimento de que os caçadores furtivos normalmente são mortos." - ministro Oldemiro Baloi
Trigésimo sétimo número da série, com o objectivo de mostrar que à retaguarda do assassinato de um taxista moçambicano existem uma história, um sistema e um processo de estereotipagem. Entro no nono número do sumário proposto aqui, a saber: 9. A teoria do aguilhão. Num dos seus livros, Elias Canneti escreveu o seguinte: "Toda a ordem é composta de uma impulsão e de um aguilhão. A impulsão constrange quem a recebe a executá-la em conformidade. O aguilhão resta no fundo daquele que executa a ordem. Quando as ordens funcionam normalmente, como se espera que assim seja, o aguilhão resta invisível [...]. Mas o aguilhão afunda-se profundamente na pessoa que executou a ordem e aí permanece sem alteração. Não há realidade física mais imutável. O conteúdo na ordem persiste no aguilhão; a sua força, o seu alcance, os seus limites, tudo isso foi prefigurado no instante mesmo em que a ordem foi dada. Anos inteiros podem passar, mesmo dezenas de anos, antes que esta parte absorvida e armazenada da ordem, a sua imagem exacta em miniatura, reapareça". É esta posição útil para o tema desta série? Permitam-me continuar mais tarde.
(continua)
Adenda: o vídeo a seguir contém imagens chocantes, aqui.
Adenda 2 às 7:34 de 05/03/2013: ouvidos ontem pela estação televisiva STV, camionistas moçambicanos que escalam a África do Sul queixaram-se de constantes maus tratos por parte da polícia sul-africana. Eles não gostam dos Moçambicanos - eis o resumo das intervenções.
Adenda 3 às 00:54 de 11/03/2013: este acontecimento trágico é propício não só ao sensacionalismo baixo-preço de certa imprensa, das redes sociais e dos blogues do copia/cola, como, também - estudem as televisões locais -, aos jogos políticos em geral e a certos jogos eleitoralistas em particular.
Adenda 4 às 00:51 de 22/03/2013: um trabalho no Sowetan (obrigado ao FL pelo envio da referência), com o título abaixo:

Morte dos blogues moçambicanos? (70)

Septuagésimo número da série, com sumário proposto aqui. Prossigo no ponto 6. Razões da morte, entrando no décimo segundo e último tópico do sumário proposto aqui: 12. Ausência de actualização temática regular. Os poucos blogues moçambicanos que restam vivos (não tenho em conta os blogues parasitas do copia/cola/mexerica) têm um grave defeito: raramente são actualizados em permanência. Se não se importam, prossigo mais tarde. Imagem reproduzida daqui.
(continua)
Adenda: Virtualização do quotidiano: bloguismo em Moçambique - um pequeno texto pioneiro de Teles Huo divulgado neste diário em 2006, confira aqui.
Adenda 2 às 5:56 de 17/12/2012: estude o estado da blogosfera em 2011 em trabalho da Technorati, aqui e aqui.
Adenda 3 às 7:31 de 28/04/2013: Sou blogueiro. Gero conteúdo ou faço copy/paste?, aqui.
Adenda 4 às 7:33 DE 28/04/2013RT, CTRL+C CTRL+V, EMBED, FWD ou WRITE, REC, CLICK?, aqui.

05 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (12); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (23); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (37); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (11); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); Morte dos blogues moçambicanos? (70); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

A cova não está em Muxúnguè (22)

Vigésimo segundo número da série, tendo como guia a Paz de Aristófanes, referida nesta série aqui e aqui, com base neste sumário. Prossigo no segundo número: 2. Um pouco da história das géneses. Escrevi no número anterior que aconteceu depois um percurso múltiplo de aplicação, a nível nacional, da libertação social ensaiada nas áreas libertadas rurais, um percurso destinado a inverter o percurso colonial, um percurso marcado pelas nacionalizações, pelas cooperativas, pela extensão das redes de saúde e educação e pela tentativa de colectivização do campo. Teve isso consequências? Sim, teve, a nível nacional e internacional. Que tipo de consequências? Tê-las-ei em conta considerando quatro fenómenos: 2.1. O peso da novidade política, 2.2. O aguilhão do passado, 2.3. A hostilidade regional a cargo dos regímens da então Rodésia do Sul e da África do Sul e 2.4. A formação da Renamo. Com a vossa permissão, prossigo mais tarde.
(continua)

04 agosto 2013

Na "Globo Repórter" do Brasil

Adenda às 18:08: infelizmente a "Globo" não mostrou como obteve os dados estatísticos do trabalho.
Adenda 2 às 18:17: conto poder inserir proximamente comentários de dois conceituados psicanalistas do país.
Adenda 3 às 18:29: Bóia Efraime Júnior deverá enviar-me um comentário dentro de duas horas.
Adenda 4 às 19:07: não estou certo de que "Boa parte da população passa vida sem nunca entrar num hospital", mas estou certo de que muito do nosso povo é profundamento dialéctico e mestiço: tem um pé nos consultórios dos curandeiros, outro nos hospitais e um terceiro nas igrejas. Quanto mais ampla a blindagem, mais ampla a defesa.
Adenda 5 às 19:29: conto receber também um comentário do antropólogo Paulo Granjo.
Adenda 6 às 21:06: comentário de Bóia Júnior aqui.
Adenda 7 às 06:58 de 05/08/2013 - em 2007 reproduzi neste diário a seguinte passagem extraída de um portal brasileiro: "Os 20 milhões de habitantes de Moçambique contam com 500 médicos contra 72 mil curandeiros. A proporção é de um médico para 40 mil moçambicanos, enquanto Organização Mundial da Saúde recomenda um médico para cada mil habitantes. Já os curandeiros, ou médicos tradicionais, são cerca de 230 para cada mil moçambicanos."

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (12); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (22); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (37); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (11); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); Morte dos blogues moçambicanos? (70); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Alice no País da Sociedade Civil (6)

Sexto número da série. Escrevi, já, que a Alice do País das Maravilhas de Lewis Carroll também visitou o País da Sociedade Civil em Moçambique e que chegou a uma dupla conclusão, a saber: 1. Trata-se de uma expressão precisa na sua imprecisão, 2. É uma expressão politicamente útil. O que significa isso? No primeiro caso, significa que estamos perante uma expressão que, ao mesmo tempo, designa tudo e nada. É neste sentido que ela é precisa na sua imprecisão. Na verdade, quem habita a sociedade civil? Toda a gente, mesmo aqueles que pertencem ao Estado, todos os grupos sociais, todas as classes, todas as nacionalidades. Se não se importam, prossigo mais tarde.
(continua)
Adenda: sobre a tão magnética e acrítica expressão que é a sociedade civil, confira várias entradas neste portal aqui.

Sobre as mulheres

Braço de ferro

Quando tudo parecia indicar que a Renamo de Satunjira ocupava por inteiro a superfície política do país, com o seu tom castrense e o acréscimo do seu conselho nacional há dias realizado com 300 participantes, eis que o MDM aparece em força anunciando candidatos eleitorais para todos os municípios do país integrados nas autárquicas deste ano. Temos a Renamo contra as eleições e o MDM a favor.

03 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (12); Alice no País da Sociedade Civil (6); A cova não está em Muxúnguè (22); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (37); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (11); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); Morte dos blogues moçambicanos? (70); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Diástole e sístole da vida

"O mesmo está em nós: vivo e morto" (Heráclito)
Enquanto, neste belo sábado na cidade de Maputo, neste exacto momento, centenas de pessoas apadrinham, casamentam vários casamentos no belo Jardim dos Namorados, na Av. Friedrich Engels, da mamana de capulana e sapatilha das xicalamidades à madame vestida pelos últimos modelos da alta costura maputense, dos 4x4 aos chapas e aos aswicorocoro (carros velhos) fumarentos, com coros protestantes, dança, noivos, noivas trazendo no ventre um novo ser, enquanto isso, no mesmo momento, em idêntico compasso de vida na vida da morte, milhares de pessoas estão no abarrotado e frequentando cemitério de Lhanguene em seu espantoso mundo do tudo se faz, se vende, se mira e se sente, visitando seus mortos e espíritos em azáfama sem fim.
E assim, na diástole e na sístole da vida, somos a água que, sem nome e história, oscila nas almadias da vida, para trás e para diante, morrendo para viver, vivendo para morrer.

Eleições no Zimbabwe

Confira as mais recentes notícias sobre resultados eleitorais e perspectivas políticas aquiaqui, aqui aqui.
Adenda às 9:34: editorial do Mail&Guardian, aqui.
Adenda 2 às 16:47: confira aqui e aqui.

Lá no Niassa

Amplie a imagem em epígrafe clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato. Segundo uma colega minha, linguista, a palavra correcta desta secção do jornal "Faísca" do Niassa é kucela, que, em Yaawo, significa amanhecer.

Patrulhas

Moradores de bairros periféricos da Matola (eventualmente também de Maputo) fazem patrulhas nocturnas para combater a criminalidade. Confira este trabalho de O País aqui.
Adenda: faltou acrescentar no trabalho do jornal citado que os patrulheiros fazem uso de celulares e de apitos.
Adenda 2 às 6:55: confira também este trabalho aqui.
Adenda 3 às 7:04: "Estamos num momento de muita agitação que a qualquer momento poderá concorrer para a revolução popular através de patrulhas nocturnas e aplicação de justiça pelas próprias mãos por linchamento dos membros da guerrilha e outros oportunistas." - carta de um leitor do "Notícias" com provável recurso a pseudónimo, aqui.
Adenda 4 às 9:22: Também as vuvuzelas: "Quatro indivíduos tentaram assaltar uma residência na madrugada desta sexta-feira (02), no bairro do quarteirão 15, casa número 613, no bairro da Zona Verde, no município da Matola. Por volta das 02h:00, os supostos ladrões, encapuzados, fugiram quando um dos vizinhos da casa que ia ser assaltada tocou uma vuvuzela como forma de alertar aos outros de que havia “intrusos” na zona. Segundo apurámos, enquanto no bairro de São Dâmaso os moradores usam apitos, na Zona Verde, onde também há patrulha nocturna colectiva, os residentes utilizam vuvuzelas, por causa da potência do som."

02 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (12); Alice no País da Sociedade Civil (6); A cova não está em Muxúnguè (22); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (37); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (11); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); Morte dos blogues moçambicanos? (70); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Lá no Niassa

Confira amanhã neste diário o Kuchele do "Faísca" editado na província nortenha do Niassa. Recorde o último aqui.

Eleições no Zimbabwe

Estude o tom festivo no portal estatal controlado pela ZANU-PF aqui (o portal partidário está sem informação desde 11 de Julho), o silêncio no portal do MDC aqui, informação variada neste outro portal aqui, imbróglio a ter em conta aqui.
Adenda às 18:02: um comunicado da Zimbabwe Election Support Network, aqui.
Adenda 2 às 18:38: confira alguns resultados eleitorais aqui.

Edição 1021 na íntegra

Onde moram os pobres?

01 agosto 2013

Excepcional

Hoje, em cerimónia muito concorrida, no Museu de História Natural, cidade de Maputo, com início às 17:30, o escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa não só fez 56 anos quanto lançou, através da Alcance Editores, o romance intitulado Entre as Memórias Silenciadas. Li o princípio, li depois o fim, passei a seguir por algumas páginas intermediárias desta obra com 226 páginas. A conclusão a que cheguei, neste sentir, neste tactear, foi esta: excepcional. Adquiram, leiam e releiam.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (12); Alice no País da Sociedade Civil (6); A cova não está em Muxúnguè (22); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (37); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (11); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); Morte dos blogues moçambicanos? (70); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Produção social da resignação chapacem

Eleições no Zimbabwe

Confira as mais recentes notícias sobre as eleições ontem realizadas no Zimbabwe, aqui, aqui, aqui e aqui. Foto reproduzida daqui.
Adenda às 6:42: um texto brasileiro enviado pela organização Conectas ao Ministério para as Relações Exteriores do Brasil dias antes das eleições, aqui e aqui.
Adenda 2 às 7:50: recorde o relatório de 2008 do Parlamento Pan-Africano, aqui.
Adenda 3 às 11:45: contagem de votos, polícia de prevenção, texto da Reuters aqui.
Adenda 4 às 11:46: texto da CNN, aqui.
Adenda 5 às 11:47: perspectivas chinesas aqui e aqui.
Adenda 6 às 14:57: segundo a RFI, um alto funcionário da ZANU-PF, de Robert Mugabe, declarou que o seu partido obteve uma ampla vitória. Aqui.
Adenda 7 às 14:59: enquanto isso, citada pela África 21 Digital, uma juíza zimbabweana afirmou que ainda não havia resultados. Aqui.
Adenda 8 às 15:02: antes do início das eleições de ontem, já o MDC afirmara que as ganhara. Aqui.
Adenda 9 às 15:07: segundo o Bloomberg, Morgan Tsvangirai declarou que o seu partido, o MDC, não irá aceitar os resultados eleitorais devido a uma "fraude monumental". Aqui.
Adenda 10 às 15:16: "Partido de Mugabe declarou já uma “rotunda” vitória nas eleições desta quarta-feira, mas um grupo de observadores locais afirma que milhares de eleitores das regiões urbanas, maioritariamente apoiantes de Morgan Tsvangirai, líder da oposição e eterno rival do ainda Presidente do Zimbabué, foram impedidos de votar."
Adenda 11 às 15:20: recorde esta notícia de 2011 no O País, aqui.
Adenda 12 às 15:24: saiba dos observadores eleitorais aqui.
Adenda 13 às 20:52: o mais recente cartune de Zapiro, aqui:
Adenda 14 às 21:40: confira este portal aqui.

Ungulani: os meus personagens procuram um chão sólido

"Mais do que retratar as pequenas e grandes misérias da primeira república, o livro, no meu entender, revela os desencontros de uma geração que já não se exalta com os feitos de uma revolução que não consegue renovar o seu discurso. Uma pátria é feita de identidades, de discursos múltiplos. Os meus personagens procuram um chão sólido" - estas as palavras do escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa especialmente escritas para este diário a meu pedido e a propósito do lançamento hoje do seu livro "Entre as memórias silenciadas", tendo os campos de reeducação como tema. Sobre o livro, recorde neste diário aqui.