04 agosto 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (8)
Séries pessoais: Análise da análise (2); Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (10); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (52); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (12); Hábitos e fixismos (10); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (18); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

692ª foto (Ângulo de visão)

"Diário de um fotógrafo", aqui

Análise da análise (1)

Como já uma vez escrevi neste diário, regresso periodicamente a este fascinante tema: análise. Aqui me tendes de volta num roteiro no qual não estará em causa unicamente a análise, mas a análise da análise. Prossigo mais tarde.
(continua)

Uma viagem a Tete (7)

Sétimo número desta série sobre Tete, com registos fotográficos recolhidos em Moatize, a cerca de 20 quilómetros da capital. Aqui desfilarão os contrastes e a intensidade do microsocial. A última série do autor versou sobre Inhambane, aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

Outubro

Portal aqui. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (51)

Quinquagésimo primeiro número da série, décima sétima e última questão:
Carlos Serra: Acreditais que um dia o mundo será socialista ou, se preferirdes, comunista?
Régio Conrado: (continuidade da resposta, CS) O capitalismo sofreu, é certo, alterações ao longo do século XX nas suas estruturas económicas e sociais. Desenvolveram-se a internacionalização dos processos económicos e os sistemas de cooperação e integração. As forças produtivas receberam poderoso impulso com a revolução científico-técnica. 
(continua)

O planeta dividido

De um trabalho de Marcel de Almeida Freitas: "(...) O planeta se divide cada vez mais, em ricos e pobres, em desenvolvimento e subdesenvolvimento. (...) estamos num mundo sob a égide capitalista que se caracteriza por duas esferas contrastantes. Uma esfera é a da modernização e do desenvolvimento, a outra é da desigualdade e do subdesenvolvimento, que é a esfera onde está a maioria da população". Aqui.

Ditos (47)

Quadragésimo sétimo dito. Aproximam-se as eleições, anos de paixão intensa. Nos partidos realmente existentes, multiplicar-se-ão os exercícios de coluna dobrada destinados a reverenciar os chefes e a garantir postos políticos ou estatais de relevo, enquanto nos pequenos partidos de ocasião o genuflexismo aos gestores do poder visará apenas uma referência nos jornais oficiais ou um lugar em jantar de gala.
(continua)

03 agosto 2012

Reitor Rosário

Reitor Lourenço do Rosário da Politécnica a propósito da "Gala 50 anos de Ensino Superior em Moçambique": "Num momento em que estamos preocupados com a avaliação, com a qualidade e a acreditação no ensino superior, esta iniciativa poderá servir como um marco para o ensino superior em moçambique." Aqui.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (7)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (10); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (51); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (12); Hábitos e fixismos (10); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (18); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

Reitor Ferrão

Reitor Jorge Ferrão da Universidade Lúrio, falando sobre a "Gala 50 anos de Ensino Superior em Moçambique": "O reconhecimento será sempre a maior das recompensas. Certamente que mais moçambicanos irão dedicar-se à causa ensino superior se o prémio corresponder ao que nos referimos anteriormente e, por via disso, ainda que indirectamente, Moçambique terá ensino superior de melhor qualidade. Ademais, aprecio o facto desta iniciativa haver abrangido o pessoal técnico-administrativo, visto que geralmente se pensa nas instituições de ensino, exclusivamente, em termos de docentes e discentes. Esta abordagem holística das IES já é, em si, um ganho para as próprias IES e para o país." Aqui.

A vida pela imagem

"Diário de um fotógrafo", aqui

Uma viagem a Tete (6)

Sexto número desta série sobre Tete, com registos fotográficos recolhidos em Moatize, a cerca de 20 quilómetros da capital. Aqui desfilarão os contrastes e a intensidade do microsocial. Sobre contrastes, tendes do lado esquerdo da fotografia a modernidade ferroviária das multinacionais carvoeiras e, do lado direito, a vellhice do antigo sistema ferroviário. A última série do autor versou sobre Inhambane, aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

A pobreza mora na cabeça? (9)

Nono número da série. Falei-vos um pouco sobre o peso da história, sobre esse complexo e variado mundo de seres, ideias e práticas que cada um de nós herda, mundo que age em nós de forma permanente, tenhamos ou não consciência disso. Mas sinto ser necessário determinar melhor esse peso da história através de um outro peso, o peso das relações sociais. Permitam-me prosseguir mais tarde (imagem reproduzida daqui).
(continua)
Sugestão: recorde a minha série em sete números intitulada Onde moram os pobres?, aqui.

A difícil fórmula da distribuição de consensos (11)

Décimo primeiro número da série, baseada neste trabalho de "O País" aqui. Prossigo no primeiro ponto do sumário que vos propus aqui.
1. História da ciência, cientistas sociais e algumas ambições. As faculdades de Filosofia e, em grau muito menor, as de direito, tornam-se o eixo da moderna estrutura do conhecimento, à medida que as faculdades de Teologia perdiam a sua importância, no que concerne seja às ciências naturais, seja às então chamadas artes.
(continua)

02 agosto 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (6)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (9); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (51); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (11); Hábitos e fixismos (10); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (18); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

691ª foto (Agricultando)

"Diário de um fotógrafo", aqui

Uma viagem a Tete (5)

Quinto número desta série sobre Tete, com registos fotográficos recolhidos em Moatize, a cerca de 20 quilómetros da capital. Aqui desfilarão os contrastes e a intensidade do microsocial. A última série do autor versou sobre Inhambane, aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

AMM

Sobre a Associação Académica de Moçambique, um depoimento do Dr. João Schwalbach aqui.

Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (50)

Quinquagésimo número da série, décima sétima e última questão:
Carlos Serra: Acreditais que um dia o mundo será socialista ou, se preferirdes, comunista?
Régio Conrado: (continuidade da resposta, CS) Contudo, nós temos uma doxa diferente. Nem o projecto comunista de uma sociedade nova e melhor deixou de ser válido, nem o capitalismo se mostrou ou se mostra capaz de resolver os grandes problemas da humanidade e poder considerar-se um sistema definitivo.
(continua)

A difícil fórmula da distribuição de consensos (10)

Décimo número da série, baseada neste trabalho de "O País" aqui. Prossigo no primeiro ponto do sumário que vos propus aqui.
1. História da ciência, cientistas sociais e algumas ambições. À testa da expansão estava o futuro Estado moderno, com a sua burocracia, os seus funcionários, os seus cobradores de impostos, a burguesia ansiosa por ampliar os negócios. Num movimento que teve no século XIX e primórdios do século XX o seu apogeu, reis e burgueses interessavam-se cada vez mais pelas universidades, lá onde os saberes se iriam constituir, definir e compartimentar num longo processo. As universidades foram revitalizadas a partir do século XVIII, à medida que os gestores do Estado moderno se interrogavam sobre como obter um conhecimento cada vez mais exacto sobre os homens e sobre a natureza, de modo a facilitar a tomada de decisões.
(continua)

01 agosto 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (5)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (9); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (50); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (10); Hábitos e fixismos (10); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (18); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

Agricultura moçambicana: entre Obama e Annan

Com o tema em epígrafe, um texto de Joseph Hanlon no TheGuardian, aqui.

A pobreza mora na cabeça? (8)

Oitavo número da série. Citei Marx no número anterior, no sentido de que "as pessoas fazem a sua própria história, mas não a fazem arbitrariamente, nas condições por eles escolhidas, mas nas condições directamente dadas e herdadas do passado. No cérebro dos vivos pesa com força a tradição de todas as gerações mortas". O que quer isso dizer? Quer dizer que a história é o nosso molde em última instância, que os que nos precederam (e seus actos) nos influenciam - e, quantas vezes, determinam -, queiramos ou não, estejam eles mortos ou vivos, concordemos ou não com eles. Sem dúvida que podemos pensar sermos livres de pensar livremente, mas não somos livres de agir livremente fora da história. Para usar uma imagem extrema: só nos podemos isolar em sociedade, no banho da história. Prossigo mais tarde (imagem reproduzida daqui).
(continua)
Sugestão: recorde a minha série em sete números intitulada Onde moram os pobres?, aqui.

Uma viagem a Tete (4)

Quarto número desta série sobre Tete, com registos fotográficos recolhidos em Moatize, a cerca de 20 quilómetros da capital. Aqui desfilarão os contrastes e a intensidade do microsocial. A última série do autor versou sobre Inhambane, aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

80 resumos de comunicações

A Comissão Científica da conferência recebeu 80 resumos de comunicações a fazer, de autores nacionais e estrangeiros. Clique sobre a imagem com o lado esquerdo do rato para a ampliar.

A difícil fórmula da distribuição de consensos (9)

Nono número da série, baseada neste trabalho de "O País" aqui. Prossigo no primeiro ponto do sumário que vos propus aqui.
1. História da ciência, cientistas sociais e algumas ambições. A conquista do mundo significava e significou a extensão dos territórios nacionais para fora das suas fronteiras europeias e a constituição de colónias de diferentes tipos, que se tornaram reservatórios de mão-de-obra barata, de recursos minerais, florestais, hidrológicos, etc. A escravidão e a escravatura seguiram as pisadas dos exploradores do globo terrestre. Se não se importam, prossigo mais tarde.
(continua)

Reitor Cabaço

Reitor José Cabaço da Universidade Técnica de Moçambique: "(...) penso que a institucionalização de uma Gala periódica, com periodicidade a estabelecer tomando em consideração o imenso trabalho que ela representa, seria excelente para a dignificação e a melhoria das nossas Universidades e Institutos Superiores." Aqui.