02 agosto 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (6)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (9); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (51); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (11); Hábitos e fixismos (10); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (18); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

691ª foto (Agricultando)

"Diário de um fotógrafo", aqui

Uma viagem a Tete (5)

Quinto número desta série sobre Tete, com registos fotográficos recolhidos em Moatize, a cerca de 20 quilómetros da capital. Aqui desfilarão os contrastes e a intensidade do microsocial. A última série do autor versou sobre Inhambane, aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

AMM

Sobre a Associação Académica de Moçambique, um depoimento do Dr. João Schwalbach aqui.

Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (50)

Quinquagésimo número da série, décima sétima e última questão:
Carlos Serra: Acreditais que um dia o mundo será socialista ou, se preferirdes, comunista?
Régio Conrado: (continuidade da resposta, CS) Contudo, nós temos uma doxa diferente. Nem o projecto comunista de uma sociedade nova e melhor deixou de ser válido, nem o capitalismo se mostrou ou se mostra capaz de resolver os grandes problemas da humanidade e poder considerar-se um sistema definitivo.
(continua)

A difícil fórmula da distribuição de consensos (10)

Décimo número da série, baseada neste trabalho de "O País" aqui. Prossigo no primeiro ponto do sumário que vos propus aqui.
1. História da ciência, cientistas sociais e algumas ambições. À testa da expansão estava o futuro Estado moderno, com a sua burocracia, os seus funcionários, os seus cobradores de impostos, a burguesia ansiosa por ampliar os negócios. Num movimento que teve no século XIX e primórdios do século XX o seu apogeu, reis e burgueses interessavam-se cada vez mais pelas universidades, lá onde os saberes se iriam constituir, definir e compartimentar num longo processo. As universidades foram revitalizadas a partir do século XVIII, à medida que os gestores do Estado moderno se interrogavam sobre como obter um conhecimento cada vez mais exacto sobre os homens e sobre a natureza, de modo a facilitar a tomada de decisões.
(continua)

01 agosto 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (5)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (9); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (50); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (10); Hábitos e fixismos (10); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (18); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

Agricultura moçambicana: entre Obama e Annan

Com o tema em epígrafe, um texto de Joseph Hanlon no TheGuardian, aqui.

A pobreza mora na cabeça? (8)

Oitavo número da série. Citei Marx no número anterior, no sentido de que "as pessoas fazem a sua própria história, mas não a fazem arbitrariamente, nas condições por eles escolhidas, mas nas condições directamente dadas e herdadas do passado. No cérebro dos vivos pesa com força a tradição de todas as gerações mortas". O que quer isso dizer? Quer dizer que a história é o nosso molde em última instância, que os que nos precederam (e seus actos) nos influenciam - e, quantas vezes, determinam -, queiramos ou não, estejam eles mortos ou vivos, concordemos ou não com eles. Sem dúvida que podemos pensar sermos livres de pensar livremente, mas não somos livres de agir livremente fora da história. Para usar uma imagem extrema: só nos podemos isolar em sociedade, no banho da história. Prossigo mais tarde (imagem reproduzida daqui).
(continua)
Sugestão: recorde a minha série em sete números intitulada Onde moram os pobres?, aqui.

Uma viagem a Tete (4)

Quarto número desta série sobre Tete, com registos fotográficos recolhidos em Moatize, a cerca de 20 quilómetros da capital. Aqui desfilarão os contrastes e a intensidade do microsocial. A última série do autor versou sobre Inhambane, aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

80 resumos de comunicações

A Comissão Científica da conferência recebeu 80 resumos de comunicações a fazer, de autores nacionais e estrangeiros. Clique sobre a imagem com o lado esquerdo do rato para a ampliar.

A difícil fórmula da distribuição de consensos (9)

Nono número da série, baseada neste trabalho de "O País" aqui. Prossigo no primeiro ponto do sumário que vos propus aqui.
1. História da ciência, cientistas sociais e algumas ambições. A conquista do mundo significava e significou a extensão dos territórios nacionais para fora das suas fronteiras europeias e a constituição de colónias de diferentes tipos, que se tornaram reservatórios de mão-de-obra barata, de recursos minerais, florestais, hidrológicos, etc. A escravidão e a escravatura seguiram as pisadas dos exploradores do globo terrestre. Se não se importam, prossigo mais tarde.
(continua)

Reitor Cabaço

Reitor José Cabaço da Universidade Técnica de Moçambique: "(...) penso que a institucionalização de uma Gala periódica, com periodicidade a estabelecer tomando em consideração o imenso trabalho que ela representa, seria excelente para a dignificação e a melhoria das nossas Universidades e Institutos Superiores." Aqui.

31 julho 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (4)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (8); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (50); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (9); Hábitos e fixismos (10); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (18); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

Confira

Uma das 690 fotografias do "Diário de um fotógrafo", aqui

12 de Outubro - Dia do Professor

Confira o portal da gala aqui. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Uma viagem a Tete (3)


Terceiro número desta série sobre Tete, com registos fotográficos recolhidos em Moatize, a cerca de 20 quilómetros da capital. Aqui desfilarão os contrastes e a intensidade do microsocial. A última série do autor versou sobre Inhambane, aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (49)

Quadragésimo nono número da série, décima sétima e última questão:
Carlos Serra: Acreditais que um dia o mundo será socialista ou, se preferirdes, comunista?
Régio Conrado: (continuidade da resposta, CS) Multiplicam-se as interpretações e as caracterizações do que o século XX significou e significará na história da humanidade. Considerando a derrocada da URSS e dos regimes do leste da Europa, a mudança daí resultante da correlação mundial de forças e a nova pretensão de restabelecimento do domínio, exploração e hegemonia mundial pelo imperialismo, espalha-se a ideia de que o projecto comunista fracassou, de que “o comunismo morreu”, de que “o comunismo não tem futuro” e de que afinal o capitalismo mostrou ser um sistema capaz de resolver os problemas da humanidade, um sistema superior e melhor do que um sistema socialista.
(continua)

30 julho 2012

Reitor Uthui

Reitor da Universidade Pedagógica, Rogério Uthui: "Repare que em Moçambique há galas e prémios para os mais bonitos, os que cantam bem, os que jogam…tudo menos os que produzem conhecimento." Aqui.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (3)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (8); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (49); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (9); Hábitos e fixismos (10); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (18); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)

690

690 fotografias  no "Diário de um fotógrafo", aqui

Confira

Uma viagem a Tete (2)


Segundo número desta série sobre Tete, com registos fotográficos recolhidos em Moatize, a cerca de 20 quilómetros da capital. Aqui desfilarão os contrastes e a intensidade do microsocial. Na imagem, o que resta de uma composiçcão ferroviária pertencente  ao passado, habitando - como se memória resistente - este presente massivo das grandes multinacionais carvoeiras e das modernas composições (lá mais à frente veremos o contraste). A última série do autor versou sobre Inhambane, aqui. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

A difícil fórmula da distribuição de consensos (8)

Oitavo número da série, baseada neste trabalho de "O País" aqui. Prossigo no primeiro ponto do sumário que vos propus aqui.
1. História da ciência, cientistas sociais e algumas ambições. Creio ser oportuno aprofundar este ponto das expectativas, com alguns dados sobre a história das ciências. Vou começar. A expansão, primeiro mercantil, depois industrial, não foi no seu todo obra de generosos aventureiros, movidos pela sede de conhecer o mundo e facilitados na sua tarefa pelo recurso à bússola e à pólvora. Na verdade, a expansão náutica foi obra das burguesias europeias que, frequentemente apoiadas pelos seus reis (casos, por exemplo, de Portugal e Espanha), se lançaram à conquista do mundo. Se não se importam, prossigo mais tarde.
(continua)

Modos de navegação social (17)

Décimo sétimo número da série. Disse-vos no número anterior que iria escrever sobre mais uma categoria, a categoria dos comentadores anónimos de portais, designadamente de blogues. Este é mundo de penumbra, de imensa penumbra, gerido por pessoas que usam o anonimato para os mais variados objectivos. Talvez seja útil considerar alguns desses objectivos, num espetro que vai do medo à arruaça. Com a vossa permissão, prossigo mais tarde.
(continua)

Hábitos e fixismos (9)

Nono número da série. Um outro campo da mentalidade essencialista diz respeito à sobrevalorização moralizadora e aprovadora de um certo tipo de passado, designadamente o passado dos comportamentos e dos costumes. O que pretendo dizer? Se não se importam, prossigo mais tarde.
(continua)

Moçambique 199 de 30/07/2012

29 julho 2012

Susana

Susana Dimande: "(...) Acho necessário premiar as pessoas, é um estímulo, as pessoas sentem-se mais incentivadas e orgulhosas de saber que são reconhecidas pelo seu desempenho, trabalhando assim com vontade, dando todo o seu máximo." Aqui.

Amanhã no "Moçambique 199"

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Uma viagem a Tete (2)
Séries pessoais: Morte dos blogues moçambicanos? (9); A carne dos outros (12); A pobreza mora na cabeça? (8); Liga dos Estudantes Comunistas de Moçambique (49); Poder de persuasão dos SMS (14); A hipótese do duplo poder (15); A difícil fórmula da distribuição de consensos (8); Hábitos e fixismos (9); O casamento das famílias (18); Sobre os guerrilheiros do informal em Moçambique (13); Modos de navegação social (17); Ditos (47); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (94)