22 agosto 2015

O código de ética e deontologia do "Confidencial"

O "Confidencial" é um jornal recente que na sua versão digital ostenta um código de honra e deontologia a ler aqui.
Observação: todos os jornais deviam ostentar publicamente um código do género.

"À hora do fecho" no "Savana"


Na última página do semanário "Savana" existe sempre uma coluna de saudável ironia que se chama "À hora do fecho". Naturalmente que é necessário conhecer um pouco a alma da vida local para se saber que situações e pessoas são descritas. Segue-se um extracto reproduzido da edição 1128, de 21/08/2015, disponível na íntegra aqui:
Nota: de vez em quando perguntam-me por que razão o ficheiro está protegido com senha e marca de água. Resposta: para evitar que os ávidos parasitas do copy/paste/mexerica o copiem, colocando-o depois no seu blogue ou na sua página de rede social digital com uma indicação malandra do género "Fonte: Savana". Mas, claro, um ou outro é persistente e consegue transcrever para o word certos textos, colocando-os depois no blogue ou na rede social, mas sem mostrar o verdadeiro elo. Mediocridade, artimanha e alma de plagiador são infinitas.

Livros de uma coleção em crescimento desde 2013 [12]

Décimo segundo número da série. Autoria do livro com capa e contracapa em epígrafe: Patrícia Gomes da Guiné-Bissau, Debora Diniz do Brasil, Maria Helena Santos de Portugal e Rosália Diogo do Brasil. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

21 agosto 2015

Ataques informáticos em tempo real no mundo

Através dos sensores da Norse, confira os ataques informáticos a ocorrer neste momento no mundo, com a China, a Rússia e os Estados Unidos alternando-se na autoria e nos alvos, aqui. 

Amanhã neste diário

Notas sobre produção de terror colectivo

Livros de uma coleção em crescimento desde 2013 [11]

Décimo primeiro número da série. Autoria do livro com capa e contracapa em epígrafe: Víctor Kajibanga de Angola e, do Brasil, Euclides Mance e Reinaldo de Oliveira. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Sobrevalorização política

Quando grupos sociais disputam politicamente recursos de poder e prestígio, é de regra sobrevalorizarem os seus feitos e transformarem a história numa passarela das suas vitórias, reais ou imaginadas. Não interessa se o que dizem é ou não verdade, o que interessa é que a sobrevalorização robusteça a identidade e a unidade internas e permita segregar em permanência a repulsa pelo adversário. É neste sentido que a história particular dos grupos é defendida como história de todos, como história universal.
Adenda: "Os grupos (em particular as classes sociais) são sempre, em parte, artefactos: são o produto de uma lógica de representação que permite a um indivíduo biológico, ou a um pequeno número de indivíduos biológicos, secretário-geral ou comité central, papa e bispos, etc., falar em nome de todo um grupo, de fazer falar e marchar o grupo "como um só homem", de fazer crer - e em primeiro lugar ao grupo que representam - que o grupo existe. (...) A lógica da política é a da magia ou, se se preferir, do feiticismo." - Pierre Bourdieu, Desnudar os pilares do poder, entrevista com Didier Éribon, Libération, 19 octobre 1982 [tradução minha, CS].

Sobre o interesse comum

"(...) cada nova classe no poder é obrigada, quanto mais não seja para atingir os seus fins, a representar o seu interesse como sendo o interesse comum a todos os membros da sociedade ou, exprimindo a coisa no plano das idéias, a dar aos seus pensamentos a forma da universalidade, a representá-los como sendo os únicos razoáveis, os únicos verdadeiramente válidos." – Karl Marx e Friedrich Engels, A ideologia alemã (1846).

20 agosto 2015

Livros de uma coleção em crescimento desde 2013 [10]

Décimo número da série. Autoria do livro com capa e contracapa em epígrafe: Jorge P. de Andrade do Brasil, António Zacarias de Moçambique, Ricardo Arruda do Brasil e Daniel dos Santos do Canadá. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

19 agosto 2015

Um evento

Moçambique em 116º lugar entre 152 países

Lançamento de quatro livros dia 01 de Outubro

Os quatro mais recentes livros da coleção "Cadernos de Ciências Sociais" da "Escolar Editora" serão lançados no dia 01 de Outubro, quinta-feira, 17:30, na Faculdade de Arquitectura da Universidade Eduardo Mondlane, cidade de Maputo. Cada livro tem um marcador. Eis quem os vai apresentar e comentar:
-Alberto João Ferreira, filósofo, professor universitário [O que é filosofia africana?]
-Alda Salomão, jurista, activista social [O que é feminismo?]
-João de Sousa, jornalista desportivo [O que é futebol?]
-Tomás Vieira Mário, jurista e jornalista, co-autor [Existe imprensa independente?]
Nas fotos abaixo: [1] os quatro livros referidos, [2] os 14 livros já editados e expostos na livraria da Escolar Editora situada na Av.ª 24 de Julho [quase em frente ao ex-MIMOS] e [3] os marcadores.

Trilho dialéctico da Renamo

Ferverosa defensora da despartidarização do Estado, a Renamo tem-se mostrado exímia em exigir paridade partidária a vários níveis. Foi a agora a vez de o fazer no tocante aos cargos de direção das empresas públicas, confira aqui.
Observação: neste trilho dialéctico em busca de recursos de poder e prestígio, certamente pouco faltará para a Renamo exigir a revisão da Constituição no sentido de contemplar a existência partidária de dois presidentes da República. Não tinha o Jano romano, afinal, duas cabeças?

Livros de uma coleção em crescimento desde 2013 [9]

Nono número da série. Autoria do livro com capa e contracapa em epígrafe: Bóia Júnior e Narciso Mahumana de Moçambique e Jaqueline de Jesus do Brasil. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

18 agosto 2015

Curto-circuito da razão na Escola Secundária de Nampula [8]

Oitavo número da série. Escrevi no número anterior que faltava considerar o terceiro ponto da lista apresentada aqui, a saber: 3. Pânico acentuado pela memória local e nacional de confrontos militares. Os muitos alunos da Escola Secundária de Nampula não são alheios à história e muito menos aos conflitos e aos tiros. Por exemplo, recorde-se o tiroteio na cidade de Nampula entre polícias governamentais e guerrilheiros da Renamo em 2012 e 2013, a conferir em várias entradas aqui.

Livros de uma coleção em crescimento desde 2013 [8]

Oitavo número da série. Autoria do livro com capa e contracapa em epígrafe: Cristine Severo do Brasil, Bento Sitoe de Moçambique e José Pedro de Angola. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Segundo o "Faísca"

Segundo o jornal "Faísca", versão digital, de 17 do corrente mês, primeira página. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

17 agosto 2015

A catedral

Ir a um jogo de futebol é como ir a uma missa pagã: rezamos ferverosamente, imploramos aos deuses (as modernas estrelas do futebol), partilhamos a empatia da presença através de múltiplas maneiras (as claques são o exemplo mais flagrante), esperamos que o sacerdote (o árbitro) seja convincente. E regularmente voltamos ao templo para revigorar a nossa fé e aí deixarmos as nossas preces generosas para que vença o nosso clube, afinal o nosso deus colectivo. [confira aqui] Sugestão de leitura:
Amplie as imagens clicando sobre elas com o lado esquerdo do rato.

No "Savana" 1127 de 14/08/2015, p.19

Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato. Nota: "Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. A Cris, colega linguista, disse-me que se deve escrever Cinyungwe. Tem razão face ao consenso obtido nas consoantes do tipo "y" ou "w". Porém, o aportuguesamento pode ser obtido tal como grafei.
Adenda: também na rubrica Crónicas da minha página na "Academia.edu", aqui.

Livros de uma coleção em crescimento desde 2013 [7]

Sétimo número da série. Autoria do livro com capa e contracapa em epígrafe: Teresa Manjate de Moçambique, Rosália Diogo do Brasil e Almiro Lobo de Moçambique. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

16 agosto 2015

Livros de uma coleção em crescimento desde 2013 [6]

Sexto número da série. Autoria do livro com capa e contracapa em epígrafe: Jaqueline de Jesus do Brasil, Paulo de Carvalho de Angola, Rosália Diogo do Brasil e Paulo Granjo de Portugal. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Curto-circuito da razão na Escola Secundária de Nampula [7]

Sétimo número da série. Escrevi no número anterior que era necessário tornar mais complexo o conjunto de hipóteses que está a ser apresentado. É nesse sentido que falta considerar o terceiro ponto da lista apresentada aqui, a saber: 3. Pânico acentuado pela memória local e nacional de confrontos militares.

"Sem electricidade": A cara menos conhecida da pobreza em África

Com o título em epígrafe, um trabalho de Sebastián Ruiz a conferir na revista "Pueblos", aqui.

15 agosto 2015

Livros de uma coleção em crescimento desde 2013 [5]

Quinto número da série. Autoria do livro com capa e contracapa em epígrafe: André João de Moçambique, Daniel dos Santos do Canadá e Débora Aligieri do Brasil. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.