
Palavra rápida, estilo populista, invocando Deus a cada momento, dizendo-se membro da Frelimo (da "Frelimo renovada",
sic), guiado pela mão divina e ao serviço dos injustiçados, o afirmado candidato presidencial às eleições de Outubro e presidente da União dos Democratas de Moçambique, ex-dirigente da
falida Link, dialéctico por excelência,
José Viana, esteve hoje no
café da manhã da Rádio Moçambique, às 7:30, entrevistado por Emílio Manhique. O fogoso candidato afirmou, entre outras coisas, que caso vença as presidenciais irá mandar libertar todos os presos do país e que todos os ex-combatentes, da luta de libertação nacional e da guerra civil, irão beneficiar de condições de vida dignas, cada um merece ter casa, por exemplo. Acresce que chegou o momento de acabar com o reinado sulista na presidência, que é tempo de um
xingondo (sic) governar o país, quem está no governo já roubou demais - afirmou Viana, aparatoso sucessor do
Homo Ripuensis e digno concorrente do turbantoso
Homo Sibindycus.