Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
13 fevereiro 2017
Uma coluna semanal
No "Savana" 1205 de 10/02/2017, p.19
Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato. Nota: "Fungulamaso" (=abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. A Cris, colega linguista, disse-me que se deve escrever Cinyungwe. Tem razão face ao consenso obtido nas consoantes do tipo "y" ou "w". Porém, o aportuguesamento pode ser feito tal como grafei.Nota: o presente fungula pertence à edição física n.º 1205 do semanário com data de 10/02/2017. Logo que possível disponibilizarei a versão digital dessa edição.
12 fevereiro 2017
Verdade: filha da discussão e não da simpatia
11 fevereiro 2017
Cadernos de Ciências Sociais: 30.º e 31.º números
Entreguei ontem à Escolar Editora o 30.º número da coleção "Cadernos de Ciências Sociais" intitulado "O que diferencia ciência da magia?", com autoria de Antonio Carlos Roque da Silva Filho do Brasil, Francisco Santos Silva de Portugal e Narciso Mahumana de Moçambique, fotos abaixo.
O 31.º número, intitulado "O que são tradições?", tem a entrega aprazada para 17 de Março deste ano, com co-autoria de Teresa Manjate e Carmeliza Rosário de Moçambique, Valda Colares do Brasil e Vicente Paulino de Timor-Leste, fotos abaixo.
Abaixo, as lombadas dos 21 números já publicados.
Abaixo, as capas de cinco livros (números 17.º a 21.º) a serem lançados.
10 fevereiro 2017
Patronagem e clientelismo
No seu brilhante O 18 de Brumário de Louis Bonaparte, Karl Marx talvez tenha sido pioneiro na produção da antecâmara analítica do clientelismo, ao descrever uma das consequências da intrusão social em França do que chamou “Estado forte”: “[...] Finalmente, produz um excesso de desempregados para os quais não há lugar nem no campo nem nas cidades, e que tentam, portanto, obter postos governamentais como uma espécie de esmola respeitável, provocando a criação de postos do governo.”
Esmola que, a outros níveis para além do Estado, permite, afinal, o que La Boétie chamou “servidão voluntária”.
[Parte da introdução que escrevi para o 24.º número da coleção Cadernos de Ciências Sociais da Escolar Editora, no prelo, intitulado "O que são patronagem e clientelismo?"]
09 fevereiro 2017
08 fevereiro 2017
Duas maneiras de analisar o social
07 fevereiro 2017
Essencialismos
Uma coluna semanal
06 fevereiro 2017
No "Savana" 1204 de 03/02/2017, p.19
Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato. Nota: "Fungulamaso" (=abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. A Cris, colega linguista, disse-me que se deve escrever Cinyungwe. Tem razão face ao consenso obtido nas consoantes do tipo "y" ou "w". Porém, o aportuguesamento pode ser feito tal como grafei.Nota: o presente fungula pertence à edição física n.º 1204 do semanário com data de 03/02/2017. Logo que possível disponibilizarei a versão digital dessa edição.
05 fevereiro 2017
Saiba sobre Moçambique
04 fevereiro 2017
03 fevereiro 2017
Dia dos Heróis Moçambicanos

Adenda: Eduardo Mondlane foi, provavelmente, o primeiro Moçambicano a doutorar-se, com tese defendida em 1960, confira neste diário aqui e neste portal aqui.
01 fevereiro 2017
Saiba sobre Moçambique
Tsunami social tsunami mundial
Gasto mensal em combustíveis
31 janeiro 2017
Curandeiros e poder político
Uma coluna semanal
30 janeiro 2017
A força de um boato
Lenda urbana, boato ou rumor é "um relato anónimo, breve, com múltiplas variantes, de conteúdo surpreendente, contado como verdadeiro e recente num meio social do qual exprime de maneira simbólica os medos e as aspirações." (in Renard, Jean-Bruno, Rumeurs et légendes urbaines. Paris: PUF, 2006, 3.e éd., p.6)
Adenda às 19:52: o boato é regularmente abordado e analisado neste diário, confira, por exemplo, aqui e aqui.
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