23 fevereiro 2012

Série carnaval de Quelimane (8)

Série fotográfica da autoria do jornalista António Zefanias, sedeado em Quelimane. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
Adenda: "Um exame mais cuidadoso das publicações atuais da grande imprensa brasileira que cobrem os festejos carnavalescos põe imediatamente em relêvo uma visão da mulher como objeto sexual, tanto no que se refere à cobertura dos desfiles de rua quanto às reportagens que focalizam os famosos bailes de Momo." Aqui.
(continua)

Lançamento a 6 de Março

Lançamento no dia 6 de Março, 16:30, Biblioteca Central Brazão MAzula, campus da Universidade Eduardo Mondlane, cidade de Maputo. Clique na segunda imagem com o lado esquerdo do rato para a ampliar. Recorde o número inaugural de 1980 - portanto há 32 anos - e outros números no Mozambique History Net, aqui:

Dois jornais a norte do Zambeze

22 fevereiro 2012

Estudos Moçambicanos 22

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Diversos; Série carnaval de Quelimane (8)
* Séries pessoais: Para ganhar as eleições em Inhambane (5); Modos de navegação social (10); Alteridade e subversão (4); Os dois lados dos "chapas" (9); Apóstolos das rosas de Fontenelle (6); Pasteurização social (21); Ditos (33); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (89)

Sobre quem frequenta este diário

"Instantâneo de audiência - Com base nas médias de internet, oficinadesociologia.blogspot.com é visitado com mais frequência por homens que estão na faixa etária de 18-24 anos, não têm filhos, possuem formação universitária e navegam neste portal a partir de casa." (fonte: Alexa internet)
Observação: não disponho de mecanismos que me permitam confirmar ou infirmar os dados em epígrafe.
Adenda às 15:25: Usuários do Brasil (especialmente de São Paulo) e de Moçambique (especialmente de Maputo) são os maiores frequentadores do diário, a grande distância dos de Portugal, Estados Unidos, África do Sul, Inglaterra e Angola.

Série carnaval de Quelimane (7)

Série fotográfica da autoria do jornalista António Zefanias, sedeado em Quelimane. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
Adenda: "Nas ruas, em lugar das fardas do cotidiano, temos a liberdade das fantasias. Como diz DaMatta: "É a fantasia que permite passar de ninguém a alguém; de marginal do mercado de trabalho a figura mitológica de uma história absolutamente essencial para a criação do momento mágico do carnaval" (...)." Aqui.
(continua)

Para ganhar as eleições em Inhambane (4)

Prosseguindo a série, ainda com aspectos de um leque iniciado no número dois.
Em quinto lugar, Inhambane possui, como todas as nossas cidades, uma importante malha local de comércio informal, é lá onde se arranja um pequeno espaço de sobrevivência diária.
Em sexto lugar, é uma cidade na qual os munícipes estão atentos e, não poucas vezes, doridos face à privatização balnear que ocorre dentro da zona de protecção ambiental, o que, por exemplo, muito afecta os pescadores locais.
Prossigo mais tarde. Foto reproduzida com a devida vénia daqui.
(continua)

Racismos (14)

Décimo quarto e último número da série, baseado numa ideia de Pierre Bourdieu, apresentada aqui e com um sumário proposto aqui.
Durante algumas semanas procurei fornecer-vos ideias sobre a possibilidade de alargarmos o conceito clássico de racismo. Espero que elas possam ser analiticamente úteis. Imagem reproduzida daqui.
(fim)

Orçamento cidadão

Sobre o Orçamento cidadão, um comentário de Dionísio Nombora do CIP aqui.

Dói

Dói ver como estão as estradas e os passeios da cidade de Maputo. É cómodo atribuir aos elementos naturais rebeldes a causalidade maior; é necessário atribuir a muitos munícipes uma responsabilidade acrescida; mas é imperativo perguntarmo-nos urgentemente sobre o que têm feito município e polícia.

O intelectual de direita

Com o título em epígrafe, um texto em espanhol aqui e em português aqui.

Uma posição

Amplie as imagens clicando sobre elas com o lado esquerdo do rato.

21 fevereiro 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Diversos; Série carnaval de Quelimane (7)
* Séries pessoais: Para ganhar as eleições em Inhambane (4); Modos de navegação social (10); Alteridade e subversão (4); Os dois lados dos "chapas" (9); Apóstolos das rosas de Fontenelle (6); Racismos (14); Pasteurização social (21); Ditos (33); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (89)

637ª foto (Dia de calor)

"Diário de um fotógrafo", aqui

Série carnaval de Quelimane (6)

Série fotográfica da autoria do jornalista António Zefanias, sedeado em Quelimane. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
Adenda: o carnaval pode surgir como mero exercício de folia. Mas o fenómeno é mais complexo do que pensamos. No nosso país não há, ainda, estudos sobre ele. Entretanto, até ao fim desta série, procurarei dar-vos conta de estudos feitos em outros países. Por exemplo, um trabalho de Sandra Brito sobre o carnaval na cidade portuguesa do Porto, no qual tenta estabelecer uma relação com burguesia e lucro. Aqui.
(continua)

Para ganhar as eleições em Inhambane (3)

Prosseguindo a série e considerando mais alguns aspectos de um leque iniciado no número anterior.
Em terceiro lugar, Inhambane é um eixo, como outros na província do mesmo nome, há muitas décadas aberto ao trabalho migratório masculino na África do Sul, particularmente nas minas.
Em quarto lugar, tem um importante movimento de mulheres à testa do comércio informal transfronteiriço e/ou procurando emprego em zonas fronteiriças de Namaacha e Ressano Garcia.
Prossigo mais tarde. Foto reproduzida com a devida vénia daqui.
(continua)

Espíritos, doenças e médicos do invisível (13)

Termino a série, após ter abordado de forme breve os pontos de um sumário proposto aqui.
Aproveitei um caso mencionado no número inaugural desta série para vos deixar algumas ideia sobre um tema frequentemente abordado neste diário, o da crença generalizada nas forças do invisível em geral e nas dos espíritos em particular.
Foto reproduzida daqui.
(fim)
Adenda: "Para se ter uma ideia, na África do Sul, enquanto há um médico para cada 20 mil habitantes, existe um curandeiro para cada 500 pessoas." Aqui.
Adenda 2: um trabalho do antropólogo Paulo Granjo intitulado "Saúde e doença em Moçambique", aqui.
Adenda 3 às 6:52: a história que dá origem a esta série (atribuição de um marido-espírito a uma jovem de 15 anos) está melhor contada no portal da Rádio Moçambique, aqui.

Kim Jong-il, multidões, desespero e problemas de análise (16)

Décimo quinto e último número da série, dedicada ao estudo das reacções populares à morte do presidente norte-coreano e, em particular, de certas reacções na imprensa ocidental sobre a autenticidade das primeiras. No número nove propus-vos mais quatro pontos destinados a orientar os textos seguintes. Eis o quarto e último ponto: 4. Pergunta à Montesquieu: como se pode ser norte-coreano?.
“Ai, senhor, que coisa mais extraordinária! Como se pode ser persa?” - eis a famosa pergunta formulada nas Cartas persas do barão de Montesquieu. Julgo legítimo colocar a pergunta para o caso norte-coreano, com a seguinte alteração: "Como se pode ser norte-coreano sem que de nós duvidem, com ideia Juche ou sem ela?" Procurei sugerir-vos que o choro norte-coreano pode não ser compreendido pelos prismas que são os nossos, pelas culturas que são as nossas e, também, pelos prejuízos que são os nossos. Esse choro pode ser, no geral, absolutamente genuíno, tal como procurei mostrar no número anterior.
Nota: confira o seguinte título disseminado por muitos portais: Cenas de desespero no funeral de Kim Jong-il; confira os comentários a um texto de Carlos Vidal, aqui; estude este documento aqui. Imagem reproduzida daqui.
(fim)

Segundo "Diário da Zambézia"

Os novos cães de guarda

"Halimi faz um livro devastador, porque simplesmente retrata como são produzidas as informações e as interpretações a favor do poder e da riqueza. “Reverência diante do poder, prudência diante do dinheiro...”- resume ele, que revela as tramas de cumplicidade e de promiscuidade entre a velha mídia e os poderes economicos e políticos. E, também, como esses empregados das empresas de comunicação se promovem a si mesmos, alegremente, numa farsa de fabricação de opinião publica – expressão de Chomsky – de forma oligárquica e elitista." - com o título em epígrafe, um trabalho de Emir Sader, aqui.

Silenciando os críticos

Um trabalho em inglês de Paul Graig Roberts, aqui.

20 fevereiro 2012

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Diversos; Série carnaval de Quelimane (6)
* Séries pessoais: Para ganhar as eleições em Inhambane (3); Modos de navegação social (10); Alteridade e subversão (4); Os dois lados dos "chapas" (9); Kim Jong-il, multidões, desespero e problemas de análise (16) Apóstolos das rosas de Fontenelle (6); Espíritos, doenças e médicos do invisível (13); Racismos (14); Pasteurização social (21); Ditos (33); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (89)

Diários

Permito-me sugerir mais três diários, o Diário de um fotógrafo, o Diário de um poeta e o Diário de um amante das palavras, respectivamente aqui, aqui e aqui.

Série carnaval de Quelimane (5)

Série da autoria do jornalista António Zefanias, sedeado em Quelimane. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
(continua)

Para ganhar as eleições em Inhambane (2)

Prosseguindo a série.
Permitam-me iniciar um primeiro leque de aspectos eventualmente importantes para uma reflexão política sobre a cidade de Inhambane em período eleitoral autárquico.
Em primeiro lugar, é uma cidade franqueada aos barcos, às mercadorias e às novas ideias. Tem - digamos - o ritmo das ondas, tem sempre movimento e sonda o futuro mesmo quando parece calma e com o plácido rosto da "terra da boa gente".
Em segundo lugar, é a parte urbana de uma província nas qual se casam, faz séculos, tradições culturais do sul e centro do país, tendo feito parte do antigo império de Mwenemutapwa. Só geograficamente é uma cidade do Sul.
Foto reproduzida com a devida vénia daqui.
(continua)

O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (88)

Prossigo a série.
Ponhamos o quadro na sua forma mais rude: como era possível a três mil colonos varões (mesmo que, por hipótese, se admitisse serem todos adultos e trabalhando para o Estado) colonizar quase dois milhões de pessoas, por mais bem armados que estivessem (o que, na altura, não era o caso) e assegurar que 100 mil pessoas trabalhassem regularmente nas plantações da Zambézia?
Prossigo mais tarde.
(continua)

15 textos

Quinze textos do documentalista e historiador Colin Darch sobre Moçambique, aqui.

Modos de navegação social (9)

Nono número da série.
No número anterior apresentei a nova personagem da galeria, o tradicionalista. Sem dúvida que qualquer um de nós tem e respeita tradições. Mas o tradicionalista - conservador tenaz - vai bem mais longe do que isso: erige a defesa das tradições em sua cartilha pública, faz delas uma apologia deliberada, sistemática. Publicamente a história para ele é o que está para atrás, tem o sangue da natureza que não deve mudar. Mas não pensem que tudo fica por aí. Esse tradicionalista é um ser anfibológico.
Com a vossa permissão, prossigo mais tarde.
                                                              (continua)

Agrava-se situação no Senegal

A situação agrava-se quando faltam sete dias para a presidencial no Senegal, os protestos contra a candidatura de Wade não páram. Aqui. Recorde neste diário aqui.