Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato. Nota: "Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. A Cris, colega linguista, disse-me que se deve escrever Cinyungwe. Tem razão face ao consenso obtido nas consoantes do tipo "y" ou "w". Porém, o aportuguesamento pode ser obtido tal como grafei.
Adenda: também na rubrica Crónicas da minha página na "Academia.edu", aqui.

O ex-reitor da Universidade Eduardo Mondlane, Brazão Mazula, lança novo livro na próxima quinta-feira, dia 23, 10:30, Complexo Pedagógico daquela universidade, com o título A universidade na lupa de três olhos: ética, investigação e paz, editado pela Imprensa Universitária. Voltarei ao tema proximamente.
Sobre nomes de barcos negreiros, confira esta notícia no "SapoNotícias" aqui. Aprofunde o conhecimento aqui.
É absolutamente trágico quando os emissários de Tânatos surgem hoje como imaculados arautos da vida e do convívio. Pior ainda, quando são reverenciados.
Em 2013 havia cerca de 9.000 empresas e 400.000 seguranças particulares registados, efectivo superior ao efectivo combinado da polícia e do exército estatais. Aqui. Aprofunde o conhecimento aqui.
Por trás das organizações terroristas produtoras de destruição e crueldade andam, não poucas vezes, as mãos financiadoras das secretas mundiais.
O jornal "Notícias" exibe na sua edição digital de sexta-feira uma notícia com o título e a foto em epígrafe. Leia a notícia aqui.
Comentário: num dos seus livros, Karl Marx escreveu o seguinte: "Hegel fez algures a observação de que os grandes acontecimentos e as personagens históricas repetem-se por assim dizer duas vezes. Esqueceu-se de acrescentar: na primeira vez como tragédia, na segunda como farsa." (Le 18 de Brumaire de Louis Bonaparte. Paris: Éditions Sociales, 1969, p.15).
Ocorreu hoje, na cidade de Maputo, a operação caco miradouro na bela Avenida Friedrich Engels, em mais uma iniciativa da Cooperativa Ntumbuluku, apoiada por várias organizações e instituições, aí compreendidos soldados e polícias. Seguem-se alguns registos fotográficos, reproduzidos com a devida vénia das páginas de membros da citada cooperativa no Facebook:
Na última página do semanário "Savana" existe sempre uma coluna de saudável ironia que se chama "À hora do fecho". Naturalmente que é necessário conhecer um pouco a alma da vida local para se saber que situações e pessoas são descritas. Segue-se um extracto reproduzido da edição 1123, de 17/07/2015, disponível na íntegra aqui:
Nota: de vez em quando perguntam-me por que razão o ficheiro está protegido com senha e marca de água. Resposta: para evitar que os ávidos parasitas do copy/paste/mexerica o copiem, colocando-o depois no seu blogue ou na sua página de rede social digital com uma indicação malandra do género "Fonte: Savana". Mas, claro, um ou outro é persistente e consegue transcrever para o word certos textos, colocando-os depois no blogue ou na rede social, mas sem mostrar o verdadeiro elo. Mediocridade, artimanha e alma de plagiador são infinitas.
"Quase um quarto da população prisional mundial está concentrado nas prisões norte-americanas, embora os Estados Unidos tenham menos de 5% da população mundial." Aqui.
Amanhã, a partir das 07 horas, na cidade de Maputo, ocorre a operação caco miradouro na bela Avenida Friedrich Engels. Espera-se que possam estar presentes 600 pessoas das mais variadas origens e profissões, entre as quais militares e polícias, numa cruzada para limpar o imenso e variado lixo do miradouro, em mais uma iniciativa da Cooperativa Ntumbuluku, apoiada por várias organizações e instituições.
1. Recebi ontem e entrego à editora na segunda-feira, às 08 horas, as correções das segundas provas editoriais dos números 15.º [Qual o papel da imagem na história?] e 16.º [O que são pobreza e pobres?], com os índices na imagem anexa.
2. Já estão impressos em Lisboa os números 11 [O que é filosofia africana?], 12 [O que é feminismo?], 13 [Existe imprensa independente?] e 14 [O que é futebol?].
Dar-vos-ei notícia quando estiverem no mercado e tiverem chegado a Maputo. Momento haverá para referir o lançamento especial dos quatro números.
Entre 1447 universidades e instituições de ensino superior africanas, a Universidade Eduardo Mondlane surge em 84.º lugar no ranking 2015 dominado pelas universidades sul-africanas, confira aqui. No ranking interno, para o mesmo ano, a UEM está largamente em primeiro lugar, confira aqui. Para estudar a metodologia empregue, leia aqui.
Saiba o que se passa em Sangage, distrito costeiro de Angoche, província de Nampula, de acordo com um trabalho do "@Verdade" digital, aqui.
O presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, citado pelo "O País" digital: "Fui eu que dei ordens pessoalmente às minhas forças para atacar as tropas governamentais em Tete e na zona sul do país". Aqui.
Adenda: recordando o que disse Jacinto Veloso: "O facto é que, na realidade, temos tido sempre, mesmo depois dos Acordos Gerais de Paz, o partido Renamo que sempre teve um braço armado, um exército privativo. Moçambique deve até ser o único país no mundo, que tem um partido no poder e um outro da oposição, mas com o seu próprio exército, que é tolerado, (risos). Eu não conheço um outro caso no mundo, a nossa democracia deve ser muito especial. O importante é que é muito difícil classificar uma democracia onde, por um lado, temos um partido no poder, e, por outro, temos um partido da oposição com o seu exército privativo, isso é um bocado estranho." Aqui.
Com o título em epígrafe, um trabalho de Angélica Schenerok a conferir aqui.
Segundo o jornal "O País", na sua versão digital, a visita do presidente Filipe Nyusi a Portugal é "a maior de sempre numa deslocação ao estrangeiro: das mais de 150 pessoas, cerca de 80 por cento são homens de negócios." Aqui.
Por hipótese, quanto mais fraco é o coeficiente de crítica social, mais forte e indiscutível é o culto de personalidade, mais reverencial, mais idolatrante é a sociedade.
Via educação, a nossa acostumada e preguiçosa índole futurista treina-nos a considerar que a história que vivemos é mais moderna do que a vivida no passado pelos nossos progenitores. Cada geração assim pensou e assim pensará. A modernidade é, apenas, um velho axioma que em cada época recebe uma nova encadernação. Cada época, cada modernidade.
Na íntegra aqui [no cabeçalho, onde está quarta-feira, devia estar terça-feira]
"Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem. " [Bertolt Brecht]
Vigésimo quarto número da série. Permaneço no sexto ponto do sumário proposto aqui, a saber: 6. Sobre o ataque a lojas de comerciantes em Moçambique e África do Sul. Escrevi no número anterior que um dos momentos mais dramáticos dos movimentos xenófobos consiste no ataque a lojas de comerciantes, seja o modesto contentor na cidade de Maputo, seja o mercado ou o supermercado na África do Sul. Eis, agora, algumas ideias. A loja é o repositório de dois fenómenos: primeiro, é lá onde estão os espécimes apetecidos de consumo, variedade e fartura; segundo, é lá onde é suposto estar não o proprietário do solo, mas o proprietário móvel das coisas que vão e vêm, da volatilidade, é lá onde estão os sinais ao mesmo tempo próximos e distantes do "estrangeiro". Por hipótese, deve ser dessa maneira, consciente ou não, que em situações de desencanto e privação social a loja é produzida no imaginário popular.

Sugestão: leia um trabalho de Xolela Mangcu, no Rand Daily Mail, aqui e uma intervenção de Graça Machel, aqui.
Com o título em epígrafe, confira um texto divulgado em 2004 da autoria do historiador tanzaniano Shubi Ishemo, aqui.
A quantidade parece ser a medida da solução dos problemas no país. Quanto mais gente, melhor podemos resolver os problemas, não importa o dinheiro que gastemos - esta parece ser a tese institucional que exclui uma outra, a saber: quanto melhor preparação da qualidade, menos quantidade precisamos e, portanto, menos dinheiro gastamos.
Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato. Nota: "Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. A Cris, colega linguista, disse-me que se deve escrever Cinyungwe. Tem razão face ao consenso obtido nas consoantes do tipo "y" ou "w". Porém, o aportuguesamento pode ser obtido tal como grafei.
Adenda: também na rubrica Crónicas da minha página na "Academia.edu", aqui.