23 maio 2014

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoaisCulto aos presidentes (9); Espírito do deixa-falar (14); Politizar cientificando: autárquicas Moçambique 2013 (17); Propaganda eleitoral pelo vestuário (8); Discursos presidenciais e escritores-fantasmas em Moçambique (3); Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (21); A cova não está em Muxúnguè (29); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (15); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (80); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Amanhã neste diário

Composição orgânica da política

A gestão de um Estado pode ser avaliada através da composição orgânica da política. Esta depende da relação entre o capital de dominação (conjunto de procedimentos que concernem à coerção física directa) e o capital directivo (conjunto de procedimentos destinados a obter a adesão e/ou o amorfismo político dos cidadãos). Quanto mais os gestores de um Estado investirem nos aparelhos repressivos e na repressão, mais alta será a composição orgânica da política e menor, portanto, a taxa de lucro político, quer dizer, menor a legitimidade de quem domina.

Sexto número dos "Cadernos de Ciências Sociais"

Em epígrafe, a capa do sexto número da coleção "Cadernos de Ciências Sociais" (por mim dirigida), da Escolar Editora (amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato), que brevemente estará no mercado, com autoria de Jaqueline de Jesus e Rosália Diogo do Brasil, Paulo de Carvalho de Angola e Paulo Granjo de Portugal. Os próximos números terão os títulos "Literatura: neutra ou engajada?'" (Teresa Manjate e Almiro Lobo de Moçambique e Rosália Diogo do Brasil) e "Direito e Justiça: antónimos ou sinónimos? (André Cristiano de Moçambique, Daniel dos Santos do Canadá e Débora Aligieri do Brasil). Muitos outros números estão em preparação. Nas imagens abaixo, as capas dos cinco primeiros volumes, os três primeiros à venda em Maputo a preços acessíveis, o quarto (arquitectura) e o quinto (saúde mental) estarão brevemente disponíveis.
A coleção "Cadernos de Ciências Sociais", editada pela Escolar Editora, pretende dar respostas a perguntas simples sobre temas complexos da vida social, com textos combinando simplicidade e rigor de autores de vários quadrantes do imenso mundo falante de português. Nela apresento alguns dos grandes cientistas e intelectuais de ramos diversos que escrevem nessa língua no planeta, inscritos num fórum da coleção que cresce dia após dia.

22 maio 2014

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Culto aos presidentes (9); Espírito do deixa-falar (14); Politizar cientificando: autárquicas Moçambique 2013 (17); Propaganda eleitoral pelo vestuário (8); Discursos presidenciais e escritores-fantasmas em Moçambique (3); Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (21); A cova não está em Muxúnguè (29); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (15); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (80); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Um evento

Moçambicanos são preguiçosos?

Depois que a Frelimo se formou em 1962, um bocado por todo o nosso país o governo colonial procurou melhorar as condições salariais e alimentares dos trabalhadores rurais. Tratou-se de uma resposta claramente política. O problema não era apenas pagar um salário, mas, também, saber o que deviam comer os trabalhadores para que pudessem trabalhar melhor. Confrontado com a luta de libertação nacional, o governo colonial procurou equilibrar a composição orgânica da política, melhorando as rações alimentares com quotas diárias de proteínas, vitaminas e sais minerais, quotas que figuravam em determinações administrativas, determinações que eram acompanhadas de inspecções mensais aos locais de trabalho e à qualidade dos alimentos, como por exemplo aconteceu na Zambézia. A partir dessa altura, relatórios coloniais começaram a mostrar que a preguiça dos colonizados era, afinal, devida à má alimentação e às doenças. Face àqueles que, hoje, sistematicamente afirmam que os Moçambicanos são preguiçosos, seria oportuno fazer um estudo sobre as condições de trabalho dos operários moçambicanos, por exemplo, sobre o que comem em casa e nos locais de trabalho, sobre as doenças que eventualmente os afectam, etc.

Um livro

21 maio 2014

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Culto aos presidentes (9); Espírito do deixa-falar (14); Politizar cientificando: autárquicas Moçambique 2013 (17); Propaganda eleitoral pelo vestuário (8); Discursos presidenciais e escritores-fantasmas em Moçambique (3); Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (21); A cova não está em Muxúnguè (29); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (15); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (80); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Quinto número dos "Cadernos de Ciências Sociais"

Em epígrafe, a capa do quinto número da coleção "Cadernos de Ciências Sociais" (por mim dirigida), da Escolar Editora (amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato), que brevemente estará no mercado, com autoria de Bóia Júnior e Narciso Mahumana de Moçambique e Jaqueline de Jesus do Brasil. No prelo está, ainda, o número "O que é racismo?" (Jaqueline de Jesus e Rosália Diogo do Brasil, Paulo de Carvalho de Angola e Paulo Granjo de Portugal). Muitos outros números estão em preparação. Nas imagens abaixo, as capas dos quatro primeiros volumes, os três primeiros à venda em Maputo a preços acessíveis, o quarto (arquitectura) estará brevemente disponível.
A coleção "Cadernos de Ciências Sociais", editada pela Escolar Editora, pretende dar respostas a perguntas simples sobre temas complexos da vida social, com textos combinando simplicidade e rigor de autores de vários quadrantes do imenso mundo falante de português. Nela apresento alguns dos grandes cientistas e intelectuais de ramos diversos que escrevem nessa língua no planeta, inscritos num fórum da coleção que cresce dia após dia.

Endogamia política

Faz falta no país um estudo sobre a endogamia política. O que é endogamia política? É um sistema de "acasalamento" variado entre pessoas identificadas com um determinado partido político. Esse sistema de "acasalamento" identitário desenrola-se por círculos concêntricos em torno de um sistema central, de um "sol", de um íman com elevado coeficiente decisório, financeiro e político. Os círculos desdobram-se por hierarquias que vão desde os poderosos dos topos políticos, estatais e empresariais, aos níveis intermédios de secretários, directores, administradores, etc. A endogamia política pode desenrolar-se desde os casamentos de facto às alianças de variados matizes visando manter e ampliar a força partidária. Os acasalamentos são mais activos em dois tipos de situação: na defesa da gestão estatal e na aspiração a ela. Um estudo de caso poderia ser tentado ao nível dos partidos clássicos do país: Frelimo, Renamo e MDM.

Democracia em Moçambique

A democracia - palavra instintiva e belamente feminina -  gera muitos pretendentes, o que é historica e politicamente compreensível. A pretensão à paternidade da democracia no país é, só por si, um tema merecedor de amplo estudo quanto ao seu real ácido desoxirribonucleico social. Pode acontecer que a democracia moçambicana seja, afinal, um produto poligâmico, gerado em múltiplos degraus históricos, alguns dos quais - talvez os mais decisivos - certamente ainda não foram percorridos.

20 maio 2014

Um documento

Estude-se a forma como a vitória no domingo da equipa nacional de futebol sobre a modesta equipa do Sudão do Sul foi descrita, com o suporte da foto de uma suposta cobra mamba, neste jornal aqui.
Observação: não estou certo de que a cobra da foto seja, efectivamente, uma mamba. Mas esse não é o problema central. O problema central consiste em saber por que se exibe a foto de uma cobra para se dizer que se "picou" o pobre Sudão do Sul, o mais jovem país do mundo, um dos mais pobres do mundo?

Endogamia política

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Culto aos presidentes (9); Espírito do deixa-falar (14); Politizar cientificando: autárquicas Moçambique 2013 (17); Propaganda eleitoral pelo vestuário (8); Discursos presidenciais e escritores-fantasmas em Moçambique (3); Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (21); A cova não está em Muxúnguè (29); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (15); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (80); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Mentes armadas e palavras-bala

Já se alonga o tempo no qual as armas voltaram a falar em certos pontos do país, numa reedição - pequena que seja, por agora - da história sangrenta anterior a 1992.
A fala das armas tem causado mortes, feridos e uma angústia imensa. Há, até, aqueles que fazem cálculos dos custos financeiros.
E pelo nosso Moçambique surgem os pedidos urgentes de paz, as manifestações e os cultos religiosos em prol da paz, os textos jornalísticos veementes de paz, os programas televisivos em apoio à paz, as intervenções radiofónicas ecoando a paz.
A cada tiro segue-se um hino à paz. Cada tiro cada paz.
Porém, não raras vezes, são os mais intrépidos campeões do apelo à paz aqueles que, a todo o momento, pelos mais variados motivos, a põem em causa com a sua linguagem armada, com o seu séquito de diatribes e de expressões mutilantes, com as suas críticas-AKM.
Há mentes armadas, para fazer uso de uma expressão do Bispo dos Libombos, Dinis Sengulane, mentes armadas com palavras-bala.
O problema, então, não consiste apenas em desarmar as kalashnikov físicas, mas, também, as kalashnikov simbólicas.
O esforço não é, porém, fácil. Por quê? Porque importa desarmar as condições sociais que, continuamente, armam as mentes. Numa visão bifocal, ver ao perto significa desencadear de imediato todo um conjunto conjuntural de acções profilácticas, sensibilizadoras, destinadas a lidar preventivamente com as mentes armadas; ver ao longe significa saber que acções a médio ou a longo prazo são necessárias para inverter as condições sociais geradoras de violência e de armamento das mentes. De nada servirá mostrar continuadamente em inúmeras instâncias de debate e persuasão que a violência é desnecessária e nociva, se não forem desarmadas as condições sociais que armam as mentes (as margens que comprimem o rio) e que contêm, ainda, o aguilhão de épocas cuja memória permanece, seja porque ainda estão vivos os actores da violência, seja porque a memória passa como passam as tradições orais: de geração em geração, persistentemente.
Então, para recorrer a uma nova imagem do Bispo Sengulane, urge verdadeiramente um "transplante do coração".

Poder político e IURD

Um notável documento para estudar as relações íntimas entre o poder político e a Igreja Universal do Reino de Deus em Moçambique encontra-se no portal desta igreja, aqui. Recorde, no mesmo portal, este documento de 2011, aqui. Finalmente, leia esta notícia neste jornal aqui.

Exclusivamente exclusivas

Abunda o recurso - frequentemente politizado - à palavra "inclusivo" (a): desenvolvimento inclusivo, participação inclusiva, futebol inclusivo, governação inclusiva, financiamento inclusivo, etc. Mesmo se as coisas são exclusivamente exclusivas, a olho nu, de imediato. Lembrando a famosa e perversa frase de Tancredi no Il Gattopardo de Giuseppe Tomasi di Lampedusa: Tudo deve mudar para que tudo fique como está.

Promoção política de imagem

A Filipe Nyusi, que se desdobra faz tempo em promoção política de imagem como candidato presidencial da Frelimo para as eleições de Outubro, junta-se agora o candidato do MDM, Deviz Simango. Vamos a ver quem virá a seguir.

19 maio 2014

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Culto aos presidentes (9); Espírito do deixa-falar (14); Politizar cientificando: autárquicas Moçambique 2013 (17); Propaganda eleitoral pelo vestuário (8); Discursos presidenciais e escritores-fantasmas em Moçambique (3); Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (21); A cova não está em Muxúnguè (29); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (15); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (80); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Mentes armadas e palavras-bala

No "Savana" 1062 de 16/05/2014, p.19

Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do ratoNota: "Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do semanário "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. A Cris, colega linguista, disse-me que se deve escrever Cinyungwe. Tem razão face ao consenso obtido nas consoantes do tipo "y" ou "w". Porém, o aportuguesamento pode ser obtido tal como grafei.
Adenda: também na rubrica Crónicas da minha página na "Academia.edu", aqui.

Sociedade ausente dos livros

Esta parece ser uma sociedade ausente dos livros. O jovem-padrão de Maputo, classe média ou remediado, não importa o estatuto social, tem no celular e na tablete o símbolo definitivo e ostensivo da cultura. É impressionante o tempo dedicado a esses mágicos aparelhos. Colada a essa cultura digital está o uso generalizado de uma linguagem estereotipada, telegráfica, sem pátria linguística precisa.

Desigualdade e democracia

De Bengasi a Boko Haram

18 maio 2014

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Culto aos presidentes (9); Espírito do deixa-falar (14); Politizar cientificando: autárquicas Moçambique 2013 (17); Propaganda eleitoral pelo vestuário (8); Discursos presidenciais e escritores-fantasmas em Moçambique (3); Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (21); A cova não está em Muxúnguè (29); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (15); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (80); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Recenseamento+Mandatos+Candidaturas+Ilícitos

No Boletim sobre o Processo Político em Moçambique (26), com data de ontem, editado por Joseph Hanlon, aqui.

"À hora do fecho" no "Savana"

Na última página do semanário "Savana" existe sempre uma coluna de saudável ironia que se chama "À hora do fecho". Naturalmente que é necessário conhecer um pouco a alma da vida local para se saber que situações e pessoas são descritas. Segue-se um extracto reproduzido da edição 1062, de 16/05/2014, disponível na íntegra aqui:
Notas: de vez em quando um leitor queixa-se de não conseguir baixar o semanário "Savana" neste diário. Só tem de executar os seguintes três passos: clicar no "Disponível na íntegra aqui" da postagem, a seguir no "Baixar" do programa 4Shared e, a terminar, no "Baixar grátis" também do programa. Por outro lado, de vez em quando também me perguntam por que razão o ficheiro está protegido com senha e marca de água. Resposta: para evitar que os ávidos parasitas do copy/paste/mexerica o copiem, colocando-o depois no seu blogue ou na sua página de rede social digital com uma indicação malandra do género "Fonte: Savana". Mas, claro, um ou outro é persistente e consegue transcrever para o word certos textos, colocando-os depois no blogue ou na rede social, mas sem mostrar o elo. Mediocridade, artimanha e alma de plagiador são infinitas.

Sobre o crime

Quanto maior for a desigualdade social, maior será o coeficiente de crime existente. As sociedades que podem distribuir melhor a riqueza social são aquelas com um menor coeficiente criminal.

17 maio 2014

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Culto aos presidentes (9); Espírito do deixa-falar (14); Politizar cientificando: autárquicas Moçambique 2013 (17); Propaganda eleitoral pelo vestuário (8); Discursos presidenciais e escritores-fantasmas em Moçambique (3); Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (21); A cova não está em Muxúnguè (29); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (15); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (80); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)