Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
Outros elos pessoais
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25 fevereiro 2015
Sobre a "guerra do Mulimão" na Zambézia (4)
Quarto número da série. A 10 de Fevereiro de 1918, o exército alemão atravessou Malema em Nampula, a 16 de Junho chegou a Alto-Molócuè já na Zambézia, a 18 do mesmo mês tomou Mugeba de assalto, a 25 foi a vez de Mulevala, em Julho destruiu as plantações da Companhia do Boror em Nhamacurra. Se não se importam prossigo mais tarde. ___________________________________________________________ Nota: os dados são retirados de Serra, Carlos, De la gestion des corps à la gestion des mentalités en Zambézia, Mozambique (1890/1983) - rapports de domination, conformisme et déviance politiques, thèse de doctorat en sociologie. Paris: École des hautes études en sciences sociales, trois volumes, 965 pp., vol. 2, pp. 310-311 (aqui).
Estatisticamente deve haver neste preciso momento mais nações com convulçoes para militares e mais pessoas com armas activas na mão do que durante a II Guerra Mundial. O que nos custa admitir que estamos no meio da III Guerra Mundial. Talvez mais globalizada, menos bilateralizada mas mais mundializada.
Seja bem-vinda (o) ao blogue "Diário de um sociólogo"! Por favor, sugira outras maneiras de analisar os fenómenos, corrija, dê pistas, indique portais, fontes, autores, etc. Não ofenda, não insulte, não ameace, não seja obsceno, não seja grosseiro, não seja arrogante, abdique dos ataques pessoais, de atentados ao bom nome, do diz-que-diz, de acusações não provadas e de generalizações abusivas, evite a propaganda, a frivolidade e a linguagem panfletária, não se desdobre em pseudónimos, no anonimato protector e provocador, não se apoie nos "perfis indisponíveis", nas perguntas mal-intencionadas, procure absolutamente identificar-se. Recuse o "ouvi dizer que..." ou "consta-me que..."Não serão tolerados comentários do tipo "A roubou o município", "B é corrupto", "O partido A está cheio de malandros", "Esta gente só sabe roubar". Serão rejeitados comentários e textos racistas, sexistas, xenófobos, etnicistas, homófobos e de intolerância religiosa. Será absolutamente recusado todo o tipo de apelos à violência. Quem quiser respostas a comentários ou quem quiser um esclarecimento, deve identificar-se plenamente, caso contrário não responderei nem esclarecerei. Fixe as regras do jogo: se você é livre de escrever o que quiser e quando quiser, eu sou livre de recusar a publicação; e se o comentário for publicado, não significa que estou de acordo com ele. Se estiver insatisfeito, boa ideia é você criar o seu blogue. Democraticamente: muito obrigado pela compreensão.
Estatisticamente deve haver neste preciso momento mais nações com convulçoes para militares e mais pessoas com armas activas na mão do que durante a II Guerra Mundial. O que nos custa admitir que estamos no meio da III Guerra Mundial. Talvez mais globalizada, menos bilateralizada mas mais mundializada.
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