
Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
Outros elos pessoais
09 julho 2010
1 comentário:
Seja bem-vinda (o) ao blogue "Diário de um sociólogo"! Por favor, sugira outras maneiras de analisar os fenómenos, corrija, dê pistas, indique portais, fontes, autores, etc. Não ofenda, não insulte, não ameace, não seja obsceno, não seja grosseiro, não seja arrogante, abdique dos ataques pessoais, de atentados ao bom nome, do diz-que-diz, de acusações não provadas e de generalizações abusivas, evite a propaganda, a frivolidade e a linguagem panfletária, não se desdobre em pseudónimos, no anonimato protector e provocador, não se apoie nos "perfis indisponíveis", nas perguntas mal-intencionadas, procure absolutamente identificar-se. Recuse o "ouvi dizer que..." ou "consta-me que..."Não serão tolerados comentários do tipo "A roubou o município", "B é corrupto", "O partido A está cheio de malandros", "Esta gente só sabe roubar". Serão rejeitados comentários e textos racistas, sexistas, xenófobos, etnicistas, homófobos e de intolerância religiosa. Será absolutamente recusado todo o tipo de apelos à violência. Quem quiser respostas a comentários ou quem quiser um esclarecimento, deve identificar-se plenamente, caso contrário não responderei nem esclarecerei. Fixe as regras do jogo: se você é livre de escrever o que quiser e quando quiser, eu sou livre de recusar a publicação; e se o comentário for publicado, não significa que estou de acordo com ele. Se estiver insatisfeito, boa ideia é você criar o seu blogue. Democraticamente: muito obrigado pela compreensão.
Sobre a polémica dos administradores nada a dizer. Sou daqueles que defende a “combustão” de ideias no serviço.
ResponderEliminarPara mim a letargia mental é sinónimo de fracasso. Uma administração pública não é uma igreja ou uma mesquita em que as pessoas seguem o ritual, dito e escrito, Ámen. Deve haver opiniões (vozes) discordantes para, a partir dai, separar o trigo do joio.
Relativamente ao artigo de opinião do sr. António Justo surgiu-me uma preocupação.
Oiço sempre dizer que países como a Alemanha, a Espanha, Portugal, França, a Bélgica, EUA, etc. accionaram as medidas de austeridade. Mas não ouço a mesma coisa em relação aos países africanos, cujo orçamento dependem muita das vezes desses países. Que medida de austeridade aplicou Moçambique para conter os gastos no sector público? Nada.
Há qualquer coisa que não percebo e que me perturba o cônscio. Queremos ter um país saudável mas com despesismo exacerbado.
Desta forma não se combate a pobreza, cria-se exércitos de bajuladores que dizem ao chefe aquilo que está longe de ser verdade. A pobreza continua a dizimar. Como na igreja, há-de vir outro capítulo para refrescar a atenção dos crentes.
É assim também na política, dá-se de comer uma ideologia e quanso esta estiver podre, inventa-se outra. Não falta gente para a seguir.
Zicomo