
Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
Outros elos pessoais
13 janeiro 2009
Neo-monarcas e nosso tou pidir

2 comentários:
Seja bem-vinda (o) ao blogue "Diário de um sociólogo"! Por favor, sugira outras maneiras de analisar os fenómenos, corrija, dê pistas, indique portais, fontes, autores, etc. Não ofenda, não insulte, não ameace, não seja obsceno, não seja grosseiro, não seja arrogante, abdique dos ataques pessoais, de atentados ao bom nome, do diz-que-diz, de acusações não provadas e de generalizações abusivas, evite a propaganda, a frivolidade e a linguagem panfletária, não se desdobre em pseudónimos, no anonimato protector e provocador, não se apoie nos "perfis indisponíveis", nas perguntas mal-intencionadas, procure absolutamente identificar-se. Recuse o "ouvi dizer que..." ou "consta-me que..."Não serão tolerados comentários do tipo "A roubou o município", "B é corrupto", "O partido A está cheio de malandros", "Esta gente só sabe roubar". Serão rejeitados comentários e textos racistas, sexistas, xenófobos, etnicistas, homófobos e de intolerância religiosa. Será absolutamente recusado todo o tipo de apelos à violência. Quem quiser respostas a comentários ou quem quiser um esclarecimento, deve identificar-se plenamente, caso contrário não responderei nem esclarecerei. Fixe as regras do jogo: se você é livre de escrever o que quiser e quando quiser, eu sou livre de recusar a publicação; e se o comentário for publicado, não significa que estou de acordo com ele. Se estiver insatisfeito, boa ideia é você criar o seu blogue. Democraticamente: muito obrigado pela compreensão.
Neste caso concordo definitivamente com Edson Macuacua. O nosso problema em Moçambique é que os líderes políticos não querem auto-avaliar-se e avaliar o funcionamento dos seus próprios partidos, mas avaliarem incorrectamente os eleitores e outros partidos.
ResponderEliminarAcho que Carlos Jeque fez a melhor análise sobre o nosso processo democrático. Comecemos por nos interrogar sobre qual dos cerca de meia centena dos partidos tem os seus órgãos a funcionar? Quem ou quantos entre nós informados conhecem os secretários-gerais, secretários de mobilização e de outros departamentos dos cerca de meia centena dos partidos moçambicanos? Quem conhece os membros das comissões políticas dos nossos partidos? Quem e quantos já viram as suas bandeiras, e os outros símbolos? Quem já ouviu o hino do PT, PIMO, etc? Como podemos saber que o lhes simboloza? Acima de tudo, podemos nos interrogar do extenso número de partidos, tem razão de ser?
As perguntas acima constituem parte de um texto que estou a preparar em reflexão sobre a última entrevista com o jurista e analista político Carlos Jeque. Contudo, a minha proposta é dos nossos estudiosos estudarem os partidos moçambicanos.
Quanto ao plano do Kaddafi, concordo com a posição do governo ugandês.
A intervenção de Macuácua é passível de outras leituras. Mas para o caso dos "homos", a que fiz parece-me suficiente.
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