Outros elos pessoais

12 janeiro 2009

Madeira

O jornalista Pedro Nacuo volta a escrever sobre a madeira em Cabo Delgado: "As empresas madeireiras que são apanhadas a violar a lei, sobretudo a exportar a madeira em toros, são as mesmas que a compram depois de o Estado declará-la sua propriedade, sempre ao fim duma resistência deliberada ao pagamento da multa, acabando em hasta pública. Quer dizer, a madeira volta aos violadores, desta feita por via da venda pública. Quem diz que não?"

1 comentário:

  1. Um leitor anónimo escreveu indignado com certas situações delicadas que ocorrem em Cabo Delgado no tocante à exploração florestal. Gostaria de lhe sugerir que me escrevesse mais circunstanciadamente para o meu email e, se possível, se identificasse perante mim. Muito obrigado.

    ResponderEliminar

Seja bem-vinda (o) ao blogue "Diário de um sociólogo"! Por favor, sugira outras maneiras de analisar os fenómenos, corrija, dê pistas, indique portais, fontes, autores, etc. Não ofenda, não insulte, não ameace, não seja obsceno, não seja grosseiro, não seja arrogante, abdique dos ataques pessoais, de atentados ao bom nome, do diz-que-diz, de acusações não provadas e de generalizações abusivas, evite a propaganda, a frivolidade e a linguagem panfletária, não se desdobre em pseudónimos, no anonimato protector e provocador, não se apoie nos "perfis indisponíveis", nas perguntas mal-intencionadas, procure absolutamente identificar-se. Recuse o "ouvi dizer que..." ou "consta-me que..."Não serão tolerados comentários do tipo "A roubou o município", "B é corrupto", "O partido A está cheio de malandros", "Esta gente só sabe roubar". Serão rejeitados comentários e textos racistas, sexistas, xenófobos, etnicistas, homófobos e de intolerância religiosa. Será absolutamente recusado todo o tipo de apelos à violência. Quem quiser respostas a comentários ou quem quiser um esclarecimento, deve identificar-se plenamente, caso contrário não responderei nem esclarecerei. Fixe as regras do jogo: se você é livre de escrever o que quiser e quando quiser, eu sou livre de recusar a publicação; e se o comentário for publicado, não significa que estou de acordo com ele. Se estiver insatisfeito, boa ideia é você criar o seu blogue. Democraticamente: muito obrigado pela compreensão.