O jornal oficioso zimbabweano The Herald defende que os professores devem ser mais realistas quando exigem aumentos salariais. Não temos a inflação? Os seus salários não devem ser astronómicos (sic). O professorado é uma profissão nobre, o governo tudo faz para pensar no bem-estar de todos. Se todos trabalharmos mais, minerarmos mais, vendermos mais, tudo será melhor no futuro. Acresce que certas partes dos salários talvez possam ser pagas em bens, em serviços. O que é necessário é apertar os cintos, ter paciência. Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
Outros elos pessoais
11 janeiro 2009
Fariseus
O jornal oficioso zimbabweano The Herald defende que os professores devem ser mais realistas quando exigem aumentos salariais. Não temos a inflação? Os seus salários não devem ser astronómicos (sic). O professorado é uma profissão nobre, o governo tudo faz para pensar no bem-estar de todos. Se todos trabalharmos mais, minerarmos mais, vendermos mais, tudo será melhor no futuro. Acresce que certas partes dos salários talvez possam ser pagas em bens, em serviços. O que é necessário é apertar os cintos, ter paciência. 1 comentário:
Seja bem-vinda (o) ao blogue "Diário de um sociólogo"! Por favor, sugira outras maneiras de analisar os fenómenos, corrija, dê pistas, indique portais, fontes, autores, etc. Não ofenda, não insulte, não ameace, não seja obsceno, não seja grosseiro, não seja arrogante, abdique dos ataques pessoais, de atentados ao bom nome, do diz-que-diz, de acusações não provadas e de generalizações abusivas, evite a propaganda, a frivolidade e a linguagem panfletária, não se desdobre em pseudónimos, no anonimato protector e provocador, não se apoie nos "perfis indisponíveis", nas perguntas mal-intencionadas, procure absolutamente identificar-se. Recuse o "ouvi dizer que..." ou "consta-me que..."Não serão tolerados comentários do tipo "A roubou o município", "B é corrupto", "O partido A está cheio de malandros", "Esta gente só sabe roubar". Serão rejeitados comentários e textos racistas, sexistas, xenófobos, etnicistas, homófobos e de intolerância religiosa. Será absolutamente recusado todo o tipo de apelos à violência. Quem quiser respostas a comentários ou quem quiser um esclarecimento, deve identificar-se plenamente, caso contrário não responderei nem esclarecerei. Fixe as regras do jogo: se você é livre de escrever o que quiser e quando quiser, eu sou livre de recusar a publicação; e se o comentário for publicado, não significa que estou de acordo com ele. Se estiver insatisfeito, boa ideia é você criar o seu blogue. Democraticamente: muito obrigado pela compreensão.
este discurso pode valer no dia do professor moçambicano parece-me um problema quase nosso no exterior
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