Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
Outros elos pessoais
11 agosto 2011
Luxo, fome e fúria
3 comentários:
Seja bem-vinda (o) ao blogue "Diário de um sociólogo"! Por favor, sugira outras maneiras de analisar os fenómenos, corrija, dê pistas, indique portais, fontes, autores, etc. Não ofenda, não insulte, não ameace, não seja obsceno, não seja grosseiro, não seja arrogante, abdique dos ataques pessoais, de atentados ao bom nome, do diz-que-diz, de acusações não provadas e de generalizações abusivas, evite a propaganda, a frivolidade e a linguagem panfletária, não se desdobre em pseudónimos, no anonimato protector e provocador, não se apoie nos "perfis indisponíveis", nas perguntas mal-intencionadas, procure absolutamente identificar-se. Recuse o "ouvi dizer que..." ou "consta-me que..."Não serão tolerados comentários do tipo "A roubou o município", "B é corrupto", "O partido A está cheio de malandros", "Esta gente só sabe roubar". Serão rejeitados comentários e textos racistas, sexistas, xenófobos, etnicistas, homófobos e de intolerância religiosa. Será absolutamente recusado todo o tipo de apelos à violência. Quem quiser respostas a comentários ou quem quiser um esclarecimento, deve identificar-se plenamente, caso contrário não responderei nem esclarecerei. Fixe as regras do jogo: se você é livre de escrever o que quiser e quando quiser, eu sou livre de recusar a publicação; e se o comentário for publicado, não significa que estou de acordo com ele. Se estiver insatisfeito, boa ideia é você criar o seu blogue. Democraticamente: muito obrigado pela compreensão.
A terra considerada mãe da demcoracia.
ResponderEliminarUma tristeza.
ResponderEliminarEsta e para mim a diferenca entre esta crise e a dos anos 30 do sec. passado. E que naquela epoca, o crash afectou todos: ricos, meio-ricos e os pobres. E para sairem delas, alguns ricos tornaram-se mais ricos, muitos pobres e a classe media consolidou-se e tornou-se no motor da economia dos EUA, com as suas pequenas e medias empresas. So que nesta ultima, observa-se um fenomeno auto-destrutivo no sistema. Pois, os ricos estao cada vez mais ricos, embora tenham perdas em Bolsa, mas nao declaram insolvencia. E quando o fazem, o Estado injecta ciclicamente capital para eles voltarem a ficar insolventes. Os pobre estao cada vez mais pobres, e segregados dos meios de producao, beneficios sociais e empurrados pelas elites para la dos centros de decisao. E a classe media esta a ser triturada e submetida a um processo de filtragem donde sairao alguns emergentes, que nunca serao ricos. E muitos pobres que se atrelarao aos meios de producao, beneficios sociais dos outros ja afastados previamente pelas elites.
ResponderEliminarEm suma, nesta crise, os sacrificios sao essencialmente suportados pela classe media para salvar os ricos e exterminar os pobres. Fantastico. Nem a Solucao Final de Hitler faria melhor.
E indubitavelmente uma transformacao social a escala planetaria, mas duvido que o reultado final seja o melhor. E se for assim, melhor que a travemos como pudermos. Com Blackberries ou sem eles, o sistema financeiro actual deve ser saneado!