Outros elos pessoais

14 março 2011

Sobre o negócio da credulidade

"Hoje, boa parte dos calouros dos seminários está mais interessada em tornar-se uma espécie de empresário do sagrado" - confira aqui. Depois, demore-se aqui, aqui, aqui, aqui, aqui.
Observação: está ainda por fazer um estudo no nosso país sobre a generalização do negócio da credulidade.

4 comentários:

  1. Dê-me um ponto de apoio que eu moverei o mundo...Eis a explicação para o negócio da credulidade. Sem valores, sem esperança, sem futuro. Resta-nos a imaginação de um futuro melhor trazido pela fé. Nada mais.

    ResponderEliminar
  2. Entretanto, morreram duas pessoas na cerimonia de inauguracao da nova sede da IURD ali nas imediacoes da Francisco Manyanga (Alto-Mae). Estranho e que a imprensa normalmente atenta a estes fenomenos, se tenha desapercebido disto que, a RTP, entretanto, noticiou hoje.

    O templo em questao, e uma majestosa construcao para milhares de crentes, tem parques de estacionamento e ate sala de entretenimento para criancas, enquanto os pais se concentram no milagres do Senhor.

    Nao sei quanto tera custado a obra. Mas sei que, naquele local (24 Julho) e que nunca deveria ter sido construido. Se o Municipio anda a fazer calculos cabalisticos para escoar o transito da cidade. Com aquele monstro, nem me atrevo a imaginar o resultado.

    Enfim, nao foi na Julius Nyerere, acabou na 24 de Julho, ao pe de uma bomba de gasolina, um quartel e uma escola de 5000 almas!

    Francamente, qual e diferenca entre ter aquele marmaracho ali ou na Julius Nyerere, sr. drs. Simango e Comiche?!

    ResponderEliminar
  3. Quanto maior o mamarracho, maior o benefício político.

    ResponderEliminar

Seja bem-vinda (o) ao blogue "Diário de um sociólogo"! Por favor, sugira outras maneiras de analisar os fenómenos, corrija, dê pistas, indique portais, fontes, autores, etc. Não ofenda, não insulte, não ameace, não seja obsceno, não seja grosseiro, não seja arrogante, abdique dos ataques pessoais, de atentados ao bom nome, do diz-que-diz, de acusações não provadas e de generalizações abusivas, evite a propaganda, a frivolidade e a linguagem panfletária, não se desdobre em pseudónimos, no anonimato protector e provocador, não se apoie nos "perfis indisponíveis", nas perguntas mal-intencionadas, procure absolutamente identificar-se. Recuse o "ouvi dizer que..." ou "consta-me que..."Não serão tolerados comentários do tipo "A roubou o município", "B é corrupto", "O partido A está cheio de malandros", "Esta gente só sabe roubar". Serão rejeitados comentários e textos racistas, sexistas, xenófobos, etnicistas, homófobos e de intolerância religiosa. Será absolutamente recusado todo o tipo de apelos à violência. Quem quiser respostas a comentários ou quem quiser um esclarecimento, deve identificar-se plenamente, caso contrário não responderei nem esclarecerei. Fixe as regras do jogo: se você é livre de escrever o que quiser e quando quiser, eu sou livre de recusar a publicação; e se o comentário for publicado, não significa que estou de acordo com ele. Se estiver insatisfeito, boa ideia é você criar o seu blogue. Democraticamente: muito obrigado pela compreensão.