Editorial do "Savana" desta semana, com o título em epígrafe: "O actual clima de insegurança que se vive, particularmente em Maputo e na Matola exige do governo uma acção enérgica, a qual deve incluir a instituição de procedimentos disciplinares e criminais contra indivíduos infiltrados na corporação, e que servem de auxiliares aos bandos de criminosos que andam aí à solta. (...) Com as coisas como estão será difícil o Presidente da República dizer ao Parlamento e à nação no dia 24, que estamos bem. Certamente que não estamos, mas somos incapazes de virar as coisas. Basta vasculhar um pouco nos gabinetes. É lá onde se escondem alguns dos nossos inimigos."Sonhadores, os sociólogos sempre procuraram duas coisas: as leis do social e a reforma das sociedades. Cá por mim busco bem pouco: tirar a casca dos fenómenos e tentar perceber a alma dos gomos sociais sem esquecer que o mais difícil é compreender a casca. Aqui encontrareis um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.
Outros elos pessoais
19 dezembro 2008
Onde se escondem os nossos inimigos
Editorial do "Savana" desta semana, com o título em epígrafe: "O actual clima de insegurança que se vive, particularmente em Maputo e na Matola exige do governo uma acção enérgica, a qual deve incluir a instituição de procedimentos disciplinares e criminais contra indivíduos infiltrados na corporação, e que servem de auxiliares aos bandos de criminosos que andam aí à solta. (...) Com as coisas como estão será difícil o Presidente da República dizer ao Parlamento e à nação no dia 24, que estamos bem. Certamente que não estamos, mas somos incapazes de virar as coisas. Basta vasculhar um pouco nos gabinetes. É lá onde se escondem alguns dos nossos inimigos."1 comentário:
Seja bem-vinda (o) ao blogue "Diário de um sociólogo"! Por favor, sugira outras maneiras de analisar os fenómenos, corrija, dê pistas, indique portais, fontes, autores, etc. Não ofenda, não insulte, não ameace, não seja obsceno, não seja grosseiro, não seja arrogante, abdique dos ataques pessoais, de atentados ao bom nome, do diz-que-diz, de acusações não provadas e de generalizações abusivas, evite a propaganda, a frivolidade e a linguagem panfletária, não se desdobre em pseudónimos, no anonimato protector e provocador, não se apoie nos "perfis indisponíveis", nas perguntas mal-intencionadas, procure absolutamente identificar-se. Recuse o "ouvi dizer que..." ou "consta-me que..."Não serão tolerados comentários do tipo "A roubou o município", "B é corrupto", "O partido A está cheio de malandros", "Esta gente só sabe roubar". Serão rejeitados comentários e textos racistas, sexistas, xenófobos, etnicistas, homófobos e de intolerância religiosa. Será absolutamente recusado todo o tipo de apelos à violência. Quem quiser respostas a comentários ou quem quiser um esclarecimento, deve identificar-se plenamente, caso contrário não responderei nem esclarecerei. Fixe as regras do jogo: se você é livre de escrever o que quiser e quando quiser, eu sou livre de recusar a publicação; e se o comentário for publicado, não significa que estou de acordo com ele. Se estiver insatisfeito, boa ideia é você criar o seu blogue. Democraticamente: muito obrigado pela compreensão.
Comentarios
ResponderEliminarAonde estão os nossos inimigos
Se já sabemos onde estão os nossos inimigos, de que estamos a espera para ir lá e esmaga-los?????
O que se passa é que os “maiores” descobriram que: “se não consegues vencer os teus inimigos, junta-te a eles”, ou então “mantenha os teus amigos próximo, e os teus inimigos mais próximo ainda”.
A solução: REVOLUÇÃO BRUSCA
Tinha que aparecer alguém com coragem suficiente para tirar todos os generais da Policia que se encontram no topo, e substitui-los por nova geração, e depois dotar a polícia de meios para combater a criminalidade. Os que estão no topo da Polícia agora, são os mesmos que estão no topo da polícia desde que esta foi criada há mais de 30 anos. É por isso que a polícia continua estacionária e com os mesmos problemas insolúveis