O blogue "Diário de um sociólogo" foi seleccionado em 2007 e 2008 pelo júri do The Bobs da Deutsche Welle - concurso internacional de weblogs, podcasts e videoblogs - como um dos dez melhores weblogs em português entre 559 concorrentes (2007) e um dos onze melhores entre 400 concorrentes (2008). Entrevista sobre o concurso de 2008 no UOL, AQUI.
Para todas aquelas e todos aqueles que visitarem este diário, os meus votos de um 2017 habitado pelo futuro, pela confiança, pela tranquilidade e pela saúde. Sintam-se bem e regressem sempre a este espaço criado a 18 de Abril de 2006. Abraço índico.
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02 junho 2016

Guerra e hermenêutica das valas comuns em Moçambique

3 Comments:

Blogger Sir Baba Sharubu said...

O que é vala comum ?

The Archaeology of Contemporary Mass Graves

http://www.jstor.org/stable/25616893?seq=1#page_scan_tab_contents

2/6/16 6:35 da tarde  
Blogger ricardo said...

O que é Terrorismo de Estado?

Um livro a ser lido por académicos e por leigos:

http://libgen.io/ads.php?md5=B26EF18CB614A3ED36C3907F4BD92DDC

2/6/16 7:10 da tarde  
Blogger nachingweya said...

O conflito político militarizado entre o partido governo-frelimo e o partido renamo é a confirmação de uma absoluta ausência de um Estado moçambicano. Porque um Estado é uma estrutura social concebida para definir e defender regras de convivência dos habitantes que o constituem, não para combater quem pense diferente em relação a quem está no governo. Essas regras de convivência devem ser inclusivas e devem ser mais duradoiras do qualquer pessoa, família, gang, partido ou governo.
Um Estado não combate o seu povo, no seu todo ou em parte. Um Estado protege e motiva o seu povo a unir-se em sua defesa. É isso que rezam os hinos nacionais da generalidade das nações.
Na história de muitos países acontece por vezes serem governados por gângsters por lapsos de tempo que variam em termos de duração. Enquanto duram usurpam o Estado, são como lepra.
NB: sobre a vala comum há a lamentar que o argumento dos defensores da sua inexistência baseia-se na exatidão do número 120 é a não localização de um buraco donde estes 120 moçambicanos possam ser exumados e fotografados para os jornais. Se alguém diz que encontrou 15 corpos humanos, repito, humanos, logo vem um governante dizer que não são 15, qual quê!, são apenas 11 ( vice ministro da justiça para o telejornal). Como se 11 moçambicanos mortos e espalhados à beira do caminho não fosse notícia que mereça o alvoroço de sejam quem for. Todos querem ver uma tumba e auditar o seu conteúdo!
Com mentes assim tão esquivos à verdade, temo que deve haver muito mais do 120 corpos para quem ninguém cavou um buraco individual ou colectivo.Muito mais.

2/6/16 9:27 da tarde  

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