O blogue "Diário de um sociólogo" foi seleccionado em 2007 e 2008 pelo júri do The Bobs da Deutsche Welle - concurso internacional de weblogs, podcasts e videoblogs - como um dos dez melhores weblogs em português entre 559 concorrentes (2007) e um dos onze melhores entre 400 concorrentes (2008). Entrevista sobre o concurso de 2008 no UOL, AQUI.
Para todas aquelas e todos aqueles que visitarem este diário, os meus votos de um 2017 habitado pelo futuro, pela confiança, pela tranquilidade e pela saúde. Sintam-se bem e regressem sempre a este espaço criado a 18 de Abril de 2006. Abraço índico.
Myspace Layouts
<div style="background-color: none transparent;"><a href="http://www.rsspump.com/?web_widget/rss_ticker/news_widget" title="News Widget">News Widget</a></div>

31 agosto 2013

Parasitas

Já faz tempo que certos jornais e certos textos especiais cujas edições na íntegra aqui coloco trazem a marca de água deste diário (por exemplo, aqui). Para quê? Para evitar que os ávidos parasitas do copia/cola/mexerica os copiem e coloquem em seus portais, sem qualquer referência a este diário. Mas há ainda um ou outro que, contornando a marca de água com transcrições directas para o word, copia pequenas partes dos jornais que lê aqui e cola descaradamente no seu portal com uma indicação perversa do género "Fonte: jornal tal..." Há programas simples que revelam imediatamente esse género criador de cópia.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)
Nota: a pouco e pouco tentarei abandonar a modalidade das séries, combinando textos/cabeçalhos curtos aqui e textos longos aqui, método que já comecei a ensaiar. 

Sugestão

Uma página minha aqui

Criminalidade

Trabalhos sobre criminalidade na África Ocidental e na África Austral, respectivamente aqui e aqui. Confira taxas de homicídio a nível mundial aqui. Finalmente, leia um trabalho de 2010 intitulado O crime organizado e a eficácia policial: caso de Moçambique, da autoria de Egor Vasco Borges, aqui.
Adenda às 10:02: recorde neste diário aqui.
Adenda 2 às 10:07: para uma reflexão sobre a generalização simbólica dos efeitos da criminalidade em Maputo e Matola, acompanhada de uma reflexão sobre fenómenos aparentados, aqui.

No "Savana" 1025 de 30/08/2013, p.19

Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do ratoNota: "Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do semanário "Savana" sempre com 148 palavras na página 18. A Cris, colega linguista, disse-me que se deve escrever Cinyungwe. Tem razão face ao consenso obtido nas consoantes do tipo "y" ou "w". Porém, o aportuguesamento pode ser obtido tal como grafei.
Adenda: também agora na rubrica Crónicas da minha página na "Academia.edu", aqui. Gralha: o número do texto devia ser 339 e não 338.

Spin doctors

Talvez esteja na hora de uma pesquisa sobre os spin doctors do país.

30 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)
Nota: a pouco e pouco tentarei abandonar a modalidade das séries, combinando textos/cabeçalhos curtos aqui e textos longos aqui, método que já comecei a ensaiar. 

Eclipse do social

Edição 1025 na íntrega

Tsunami

Hoje

Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Prosavana

Sobre o Prosavana, confira estes trabalhos aqui, aqui e aqui.

29 agosto 2013

A "civilização" pelo trabalho

Convite

Esteja comigo aqui.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)
Nota: a pouco e pouco tentarei abandonar a modalidade das séries, combinando textos/cabeçalhos curtos aqui e textos longos aqui, método que já comecei a ensaiar. 

Amanhã na íntegra neste diário

Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Disponível na íntegra

Pode conferir na minha página da "academia.edu", aqui. O texto surgiu no "Savana" do dia 16 do corrente mês, aqui.
Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

28 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)
Nota: a pouco e pouco tentarei abandonar a modalidade das séries, combinando textos/cabeçalhos curtos aqui e textos longos aqui, método que já comecei a ensaiar. 

Hoje/Centro Cultural Universitário/Maputo/14 horas

Confira aqui. A professora catedrática Teresa Cruz e Silva é a madrinha de Ruth First e far-lhe-á o elogio académico, o apadrinhamento e o elogio de Aquino de Bragança estarão a meu cargo. A entrada é livre. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Poder simbólico

Reverencialismo

Uma reflexão sobre violência e democracia

Com o título em epígrafe, confira um texto de Koenraad Bogaert, aqui.

27 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)
Nota: a pouco e pouco tentarei abandonar a modalidade das séries, combinando textos/cabeçalhos curtos aqui e textos longos aqui, método que já comecei a ensaiar. 

A lixeira do Hulene em 2001

Qualidade e ensino

Perguntas

26 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)
Nota: a pouco e pouco tentarei abandonar a modalidade das séries, combinando textos/cabeçalhos curtos aqui e textos longos aqui, método que já comecei a ensaiar. 

Portal universitário

Esteja comigo aqui.

Quarta-feira/Centro Cultural Universitário/Maputo/14 horas

Confira aqui. A professora catedrática Teresa Cruz e Silva é a madrinha de Ruth First e far-lhe-á o elogio académico, o apadrinhamento e o elogio de Aquino de Bragança estarão a meu cargo. A entrada é livre. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Causas dos fenómenos

25 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)
Nota: a pouco e pouco tentarei abandonar a modalidade das séries, combinando textos/cabeçalhos curtos aqui e textos longos aqui, método que já comecei a ensaiar. 

No "Savana" 1024 de 23/08/2013, p.19

Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do ratoNota: "Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do semanário "Savana" sempre com 148 palavras na página 18. A Cris, colega linguista, disse-me que se deve escrever Cinyungwe. Tem razão face ao consenso obtido nas consoantes do tipo "y" ou "w". Porém, o aportuguesamento pode ser obtido tal como grafei.
Adenda: também agora na rubrica Crónicas da minha página na "Academia.edu", aqui.

Vigilância e Estado

"Graças a Edward Snowden, o mundo tem agora um debate sobre a mudança dramática no contrato entre o Estado e o cidadão." - cabeçalho de um trabalho do "The Guardian", com mais de 300 comentários, aqui. Obrigado ao RC pelo envio da referência.

Dados sobre as forças armadas de Moçambique no DW

Confira no "Defence Web" (DW) dados minuciosos havidos como pertencentes às forças armadas do nosos país, aqui. Agradeço ao RC o envio da referência. Se quiser ampliar a imagem, clique sobre ela com o lado esquerdo do rato.
Observação: na minha absoluta condição de leigo, gostaria imenso de saber como o DW obteve os dados (falta também saber se são fidedignos) aqui dados a conhecer.

Sagrado pronto-a-usar

24 agosto 2013

Formiga e elefante: Guebuza sobre o boato

"Os boateiros ampliam o que não é verdade, pegam na formiga e dizem que é um elefante e todos depois ficamos com o medo da formiga."
Adenda às 11:30 de 26/08/2013: curiosamente, o "Notícias" online não exibe a reportagem da qual extraí a passagem em epígrafe e coloca um aviso com o seguinte título: "404 - Artigo não encontrado". Mas a reportagem está na primeira página do jornal do dia 24 do corrente mês, edição 28.884, quarta coluna a contar da esquerda.
Adenda 2 às 21:14 de 28/08/2013: o elo está de novo activo.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)
Nota: a pouco e pouco tentarei abandonar a modalidade das séries, combinando textos/cabeçalhos curtos aqui e textos longos aqui, método que já comecei a ensaiar. 

Brevemente na íntegra na "academia.edu"

Face a muitos pedidos, brevemente inserirei, na íntegra, o texto com o título em epígrafe, na minha página da "academia.edu", aqui
Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Um jornal do Niassa

Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato. Nota: no tocante à data do jornal, devia estar "sexta-feira" e não "segunda-feira".

Caminhos políticos são digitais

Questão de opinião

23 agosto 2013

Avião mágico e três racionalidades

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Um lançamento

Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Politização táctica da pobreza

Na íntegra edição 1024

Mulheres condicionadas e mulheres livres

22 agosto 2013

Espectáculo do poder político

Novo confronto armado hoje?

Segundo o "Verdade", houve novo confronto esta madrugada entre o exército governamental e a Renamo, em Mangomonhe, distrito de Chibabava, província central de Sofala. Aqui. A "Rádio Moçambique" nada reportou a esse respeito no seu noticiário das 18 horas. Porém, deu conta de o governo estar pronto para a 18.ª ronda negocial com a Renamo na próxima segunda-feira, tendo o chefe da delegação governamental, José Pacheco, afirmado que o governo está disponível para receber e enquadrar os efectivos militarizados da Renamo de acordo com as suas aptidões, enquanto o chefe da delegação da Renamo, Saimone Macuiane, afirmou que tem de haver um acordo político prévio para que funcione realmente a democracia partidária no país.
Adenda: recorde duas postagens minhas aqui e aqui.
Adenda 2 às 19:44: a "Rádio Moçambique" também não se referiu à notícia do "Verdade" no noticiário das 19:30, mas repetiu a notícia da projectada nova ronda negocial na próxima segunda-feira.
Adenda 3 às 20:16: nenhuma referências nas manchetes das estações televisivas "TVM" e "STV" nos seus jornais da noite.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (12); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)

Medida moçambicanizável?

Culto da personalidade

Ensino e relações sociais

O grande problema

O discurso da identidade nacional (11)

Décimo primeiro número da série, prosseguindo no segundo ponto do sumário proposto aqui, a saber: 2. O acento tónico africano. Deixei no número anterior a seguinte pergunta: O que é acento tónico africano? Não deveria tão vaga questão ser substituída por uma outra mais precisa, por exemplo com a seguinte formulação: qual o acento tónico africano do ponto de vista das elites dirigentes? Creio que a segunda formulação é a mais adequada. E esta formulação tem um cunho vincadamente político. Se não se importam, prossigo mais tarde. Crédito da imagem aqui.
(continua)

Ritos de iniciação

21 agosto 2013

Postagens na forja

Eis alguns dos temas que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
Séries pessoais: Da purificação das fileiras à purificação das ideias (4); Luta política: a Pasárgada da Renamo (14); Alice no País da Sociedade Civil (7); A cova não está em Muxúnguè (24); O aguilhão da história (sobre o assassinato do taxista moçambicano) (39); Por que os médicos venceram? (21); Vídeosocial de Maputo (4); A raça das raças (7); Desunidos e unidos (5); O poder de nomear desviantes e vândalos (13); Sobre o 15 de Novembro (19); Produção de pobreza teórica (8); O discurso da identidade nacional (11); Como suster os linchamentos? (17); O que é um intelectual? (14); Democracia formal e prescrição hipnótica (9); A carne dos outros (23); A difícil fórmula da distribuição de consensos (49); Modos de navegação social (22); Ditos (66); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (102)