O blogue "Diário de um sociólogo" foi seleccionado em 2007 e 2008 pelo júri do The Bobs da Deutsche Welle - concurso internacional de weblogs, podcasts e videoblogs - como um dos dez melhores weblogs em português entre 559 concorrentes (2007) e um dos onze melhores entre 400 concorrentes (2008). Entrevista sobre o concurso de 2008 no UOL, AQUI.
Para todas aquelas e todos aqueles que visitarem este diário, os meus votos de um 2018 habitado pelo futuro, pela confiança, pela tranquilidade e pela saúde. Sintam-se bem e regressem sempre a este espaço criado a 18 de Abril de 2006. Abraço índico.
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30 abril 2010

Do obituário dedicado a Orlando José

O assassinato do director de auditoria das Alfândegas, Orlando José, não mereceu muitas referências (gerais e estatais) no obituário do "Notícias": quatro na edição de ontem e duas na edição de hoje, respectivamente páginas 20 e 28. Na edição de quinta, um anúncio dá conta da mágoa de colegas do Instituto Universitário de Lisboa pelo cobarde assassinato do seu colega no doutoramento em Gestão Empresarial (dado universitário não reportado na nossa imprensa). No que ao Estado concerne, há apenas pêsames da direcção das Alfândegas (ontem) e do Tribunal Aduaneiro de Maputo (hoje).
Comentário: a página necrológica do "Notícias" é sempre um importante documento sobre a atenção que dedicamos a outrem, para além dos círculos familiares.

Predadores

"Porque só existem duas espécies de pessoas neste mundo: os predadores e os que pastam. Os primeiros chegam sempre ao cume, porque estão dispostos a lutar para lá chegar e não hesitam em destruir as pessoas e as coisas que se atravessam no seu caminho. Os outros não têm a genica, ou a coragem, ou a fome, ou a crueldade necessárias. Por isso o mundo é governado pelos predadores, que se transformam em potentados. E os potentados nunca estão satisfeitos. Têm de procurar sempre mais e mais a moeda do seu culto." - Forsith, Frederick, Os Cães da guerra. Lisboa: Edição Livros do Brasil, s/d, p.223.
Comentário: talvez mais perturbador do que a fauna dos predadores sociais, seja a fauna dos seus ideólogos, quantas vezes disfarçados em bons e neutrais samaritanos.

Sapatos

Fotografia na cidade de Maputo em fim de tarde a propósito de um casamento: vestem garridas, estão lindas, mas em seus pés levam sapatos de mil léguas, de bicos assustadoramente enormes. Quando andam, os bicos desses tenebrosos sapatos chegam meia-hora antes ao destino. Mas não apenas elas: eles também, reparei em dois varões com sapatos enormes, tipo ski. Talvez seja menos importante saber o que de kafkiano se passa nos criadores de semelhante tipo de sapatos pertubadores do que saber por que os consumidores os adoptam.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas de postagens que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Dossier "Savana"
* Séries: Ciências sociais e verdade (7); Santos de casa não fazem milagres? (8); Espíritos, feitiços e medos (5); Já nos descolonizámos? (9); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (8); Moçambique dentro de 30 anos (série) (4) (recordar aqui e aqui)

Com a idade da nossa independência

Uma equipa de jornalistas do jornal português “Expresso” deseja entrevistar Moçambicanos nascidos no dia da independência do nosso país, a 25 de Junho de 1975. Os leitores podem ajudar? Obrigado.

Organizações moçambicanas subscreveram


Cinco organizações moçambicanas são dadas como subscritoras do documento de protesto. Confira aqui, aqui, aqui e aqui.

A "hora do fecho" no "Savana"

Na última página do semanário "Savana" existe sempre uma coluna de saudável ironia que se chama "A hora do fecho". Naturalmente que é necessário conhecer um pouco a alma da vida local para se saber que situações e pessoas são descritas. Deliciem-se com "A hora do fecho" desta semana, da qual ofereço, desde já, um aperitivo:
* Os securocratas estão cabisbaixos. Vem aí o visto único para a SADC, o que é menos mola e corrupção para as sanguessugas que adoram o discurso da soberania e da segurança nacional.

Consultorias e externalização das ciências em África

Segundo um estudo feito em 15 países africanos (incluindo Moçambique) e divulgado em 2002, a pesquisa universitária não desapareceu em África, mas em muitos locais o seu modo de produção mudou devido ao impacto das consultorias. Eis algumas das suas características:
- Cerca de 30% dos cientistas trabalham sob o acicate de uma encomenda externa e não nos carris integrais da carreira académica
- A actividade exerce-se em redes mundiais
- A procura internacional (e não mais nacional) regula as agendas de pesquisa
- A busca de benefícios (mais do que de saberes) tornou-se a máxima de acção
- É o mercado que, cada vez mais, regula e avalia a actividade dos pesquisadores, não os pares.
A esse cenário escapam, ainda, países como a África do Sul e alguns países do norte de África. Confira em francês
aqui. Para traduzir: Free Translation

29 abril 2010

"Samora Machel: atentado ou acidente?"

Contra a versão de um acidente intencionalmente provocado pelos serviços secretos sul-africanos, um livro do jornalista e historiador português José Milhazes - que deve ter sido hoje lançado em Lisboa -, com o título em epígrafe, atribui ao desleixo da tripulação a queda em 1986 do avião no qual pereceu o presidente Samora Machel (na imagem). Confira aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas de postagens que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Consultorias e externalização das ciências em África; A "hora do fecho" no "Savana"
* Séries: Ciências sociais e verdade (7); Santos de casa não fazem milagres? (8); Espíritos, feitiços e medos (5); Já nos descolonizámos? (9); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (8); Moçambique dentro de 30 anos (série) (4) (recordar aqui e aqui)

Edição de hoje aqui.

Manchetes do “Savana” desta semana

1. Antetítulo: Conspiração interna nas Alfândegas pode ter ditado morte do director; título: Ordem veio de dentro
2. Título: Padre acusado de pedofilia em Maputo

Fibra óptica e TDM

Uma avaria considerada grave pelas TDM na fibra óptica entre Vilanculos e Beira está a afectar as comunicações no centro/norte do país, podendo a reparação durar cerca de um mês. Confira aqui. Para uma crítica ao monopólio e ao trabalho das TDM, aqui.

Ciências sociais e verdade (6)


Mais um pouco da série.
As chamadas ciências sociais (humanas, dirão outros) nasceram como protesto contra os saberes apresentados sob forma de revelação por dedução a partir de verdades eternas. Nasceram contra o saber religioso, escolástico e filosófico.
E nascendo, os seus autores fizeram-no com o objectivo de obter um saber sistemático e secular acerca da realidade social, que pudesse ser empiricamente validado.
Mas nasceram fundamentalmente sob a égide do Estado, cioso de conhecer e de controlar mais profundamente os seus cidadãos, de vencer de alguma maneira a opacidade social. O objectivo último é o de obter níveis crescentes de controlo político, normalizando e disciplinando corpos, pensamentos e reacções.
(continua)

Conflito

Num dos seus livros, Michel de Certeau escreveu que o conflito é inerente à vida social e que toda a sociedade se define pelo que exclui, que toda a sociedade se forma diferenciando-se. Formar um grupo é criar, ao mesmo tempo, estrangeiros. Uma estrutura bipolar, essencial a toda a sociedade, cria um "fora" para que exista um "entre nós"; fronteiras, para que possa existir um país interior; "outros" para que o "nós" possa tomar forma. Temos assim uma lei, a lei do grupo - asseverou Michel - que é, também, um princípio de eliminação e de intolerância. União e diferenciação crescem e marcham de par (extracto das conclusões do meu próximo livro, a editar este ano).

28 abril 2010

Postagens na forja

Eis alguns dos temas de postagens que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Conflito
* Séries: Ciências sociais e verdade (6); Santos de casa não fazem milagres? (8); Espíritos, feitiços e medos (5); Já nos descolonizámos? (9); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (8); Moçambique dentro de 30 anos (série) (4) (recordar aqui e aqui)

Magermane desfilam





Os magermane (muito provavelmente o mais importante e prolongado movimento contestatário civil do pós-independência no nosso país) estavam hoje a desfilar e a dançar na cidade de Maputo, bandeiras dos Estados Unidos e da ex-RDA, encontrei-os na Avenida 24 de Julho um pouco antes do meio-dia, iam a caminho da Avenida Julius Nyerere. Fotos minhas. Recorde aqui.

Ciência em África


Confira aqui. Se quiser traduzir: Free Translation

Principais


Confira aqui.

Questionários encerrados


Encerraram os questionários em epígrafe, conferíveis aqui, aqui e aqui. Dentro de algum tempo serão retirados.

CM


No “Canal de Moçambique” de hoje, aqui.

Carlos Cardoso


Chefe do Departamento de Pesquisa do Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ciências Sociais em África (CODESRIA), o cientista social guinense Carlos Cardoso tem jogado um papel decisivo na organização de seminários sobre métodos de pesquisa para jovens cientistas africanos, aí compreendidos os falantes de língua portuguesa, o próximo dos quais se realiza a partir de 16 de Maio no Centro de Estudos Africanos da Universidade Eduardo Mondlane.

Ciências sociais e verdade (5)


Mais um pouco da série.
Regresso um pouco às causas.
Um movimento capital na evolução da ciência diz respeito à maneira como as causas dos fenómenos sociais e naturais são estudadas.
Na maior parte da vida da humanidade, os fenómenos sociais e naturais eram vistos como movidos por causas sobre-humanas, deuses ou espíritos. A pergunta fundamental aqui era: “quem fez mover isto ou quem provocou isto?”
A ciência clássica inverte esse estado de coisas. A pergunta fundamental aqui passa a ser a seguinte: “o que faz mover isto ou o que provocou isto?”
Este é um percurso longo, inacabado, mas que está umbilicalmente ligado à formação de um saber sistemático e secular, divorciado da tutela religiosa ou mágica.
(continua)

27 abril 2010

Postagens na forja

Eis alguns dos temas de postagens que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Saiba da Zambézia e de Nampula através do "Diário da Zambézia" e do 'Wamphula Fax" (previsão, dada uma avaria na fibra óptica que afecta as zonas centro/norte do país); sobre o cientista guinense Carlos Cardoso do CODESRIA; questionários encerrados
* Séries: Ciências sociais e verdade (5); Santos de casa não fazem milagres? (8); Espíritos, feitiços e medos (5); Já nos descolonizámos? (9); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (8); Moçambique dentro de 30 anos (série) (4) (recordar aqui e aqui)

Não sei

A convite de um jovem colega sociólogo, dei hoje, na tarde local, uma aula na sua Cadeira, Universidade Eduardo Mondlane, cidade de Maputo. No fim, na última pergunta de um estudante, respondi que não sabia responder. Senti, de imediato, a surpresa - como se um vidro que se partisse absurdamente - nos rostos das dezenas de presentes. Aqui está um problema: a convicção apaixonada de que o prof tudo deve saber, a certeza inabalável de natureza divina do prof.

Principais


Confira aqui.

A preocupação de Amós

Ciências sociais e verdade (4)


Avançando um pouco mais na série.
O saber do senso comum é muito simples, também. Assenta numa premissa básica: a das coisas que “sempre foram assim”. Ancorado no registo das coisas consideradas habituais, com princípios de inferência primários e indiscutíveis, o saber do senso comum tem o hábito, subjectivo e/ou corporal, como seu alicerce.
Ora, o saber científico clássico constitui-se, lentamente, em ruptura contra esses dois tipos de saberes. Ele tornou-se, século após século, perfeitamente fagocitante a esse propósito.
(continua)

26 abril 2010

Assassinado director das Alfândegas

Foi esta noite assassinado na cidade de Maputo, cerca das 19 horas, com um tiro na cabeça, o jovem director Orlando José (na imagem à direita), da auditoria das Alfândegas de Moçambique, três horas depois de ter surgido na televisão a falar da apreensão de três viaturas de luxo - acaba de noticiar a estação televisiva STV.
Adenda: esta deve ser uma resposta dos sindicatos do crime a quem é honesto.
Adenda 2 às 20:47: um ex-formador do director assassinado, disse-me que Orlando José era um homem frontal e honesto.
Adenda 3 às 21:09: sinto que temos de analisar o tipo de sociedade em curso e a apologia desenfreada de certos valores.
Adenda 4 às 21:28: regressam-me à memória os sombrios dias dos assassinatos de Carlos Cardoso e Siba-Siba Macuácua.
Adenda 5 às 6:57 de 27/04/2010: actualize-se aqui.

Postagens na forja

Eis alguns dos temas de postagens que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Saiba da Zambézia e de Nampula através do "Diário da Zambézia" e do 'Wamphula Fax"
* Séries: Ciências sociais e verdade (4); Santos de casa não fazem milagres? (8); Espíritos, feitiços e medos (5); Já nos descolonizámos? (9); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (8); Moçambique dentro de 30 anos (série) (4) (recordar aqui e aqui)

Lupa do social

Lanche bem guarnecido neste fresco fim de tarde na cidade de Maputo, são três senhoras, duas muito jovens das quais uma grávida talvez de quatro meses, a terceira mais velha, eventualmente mãe de ambas, três crianças, das quais duas comem e a terceira brinca embirrenta num carrinho eléctrico, uma empregada impecavelmente assinalada em seu papel servil com uma bata e uma touca gerindo a embirrenta criança. Termina o apetitoso lanche, conta saldada, mundo de pé, uma das jovens senhoras e a empregada jogam guardanapos de papel no chão. Enquanto saem, caminhando devagar, em sua fala mansa, a empregada do restaurante, igualmente de touca, apanha os guardanapaos, de par com um colega que, risonho, retira os talheres.
Comentário: papéis sociais, hierarquia rígida, regras estabelecidas, ninguém contesta, tudo normalizado. Uma pergunta perversa aos leitores: para que servem as ciências sociais?

Ciências sociais e verdade (3)


Mais um pouco da série.
O saber científico constitui-se por antinomia a dois tipos de saberes: o saber simbólico e o saber do senso comum.
O saber simbólico tem um princípio causal simples. Os fenómenos são movidos não por causas sociais ou naturais, mas por causas sobre-humanas. A pergunta do saber simbólico não é “O que provocou este fenómeno?”, mas, antes, “Quem provocou este fenómeno?”
Esse saber ora é analógico (atribuição de poderes sobre a natureza e sobre as relações sociais a seres superiores aos humanos), ora mágico (possibilidade de exercer um poder directo, benéfico ou maléfico, sobre a natureza e as relações sociais).
(continua)

Sem DZ/WF

Ainda não recebi o "Diário da Zambézia" e o "Wamphula Fax" de hoje, informaram-me que há problemas de comunicação. Pelo menos na Zambézia a internet está inoperacional.
Adenda às 16:14: parece haver uma avaria na fibra óptica do Rio Save para Norte.

Maio2010


A conferir aqui. Sobre o CODESRIA, em português aqui. Nota: pode acontecer que o seminário comece a 16, manter-vos-ei informados.

Questionário encerrado


Fechou o questionário em epígrafe, conferível aqui.

Zimbabwe


Trabalho disponível no Sunday Times da África do Sul, aqui. Para uma postagem alusiva de 2009, aqui. Para traduzir: Free Translation
Para uma versão em português, aqui.

Ciências sociais e verdade (2)


"A verdade e o erro não estão nas coisas (...), mas no pensamento" (Aristóteles)
Mais um pouco desta nova série.
Vou-me permitir escrever algo sobre dois pontos:
1. A origem das ciências
2. A ambição de rigor e a mimese nas ciências sociais
(continua)

25 abril 2010

Postagens na forja

Eis alguns dos temas de postagens que, progressivamente, deverão entrar neste diário a partir da meia-noite local:
* Genéricos: Saiba da Zambézia e de Nampula através do "Diário da Zambézia" e do 'Wamphula Fax"
* Séries: Ciências sociais e verdade (2); Santos de casa não fazem milagres? (8); Espíritos, feitiços e medos (5); Já nos descolonizámos? (9); O que é Moçambique, quem são os Moçambicanos? (8); Moçambique dentro de 30 anos (série) (4) (recordar aqui e aqui)

25 de Abril de 1974


Com essa canção, entoada pelo falecido José Afonso (popularmente conhecido por Zeca Afonso, que foi professor de português no ex-Liceu Pero de Anaia, hoje Escola Secundária Samora Machel, na Beira), foi dado o sinal para o fim do fascismo em Portugal, num movimento político importante que iria ter reflexos na independência de Moçambique a 25 de Junho de 1975.

Ciências sociais e verdade (1)


Há muitos anos que me interrogo sobre ciência e verdade, especialmente sobre as chamadas "ciências sociais" e a sua exigência de verdade. Cartun encontrado aqui.
(continua)

Negócios em Moçambique


O The Indian Ocean Newsletter e o Africa Intelligence continuam a fornecer regularmente informação sobre negócios em Moçambique. A mais recente informação é a que está em epígrafe, referente ao primeiro-ministro Aires Ali e à empresa mineira Makala Investimentos (página 734 do Boletim da República de 19 de Agosto de 2009, aqui) a conferir aqui. Para traduzir: Free Translation

Sugestão de leitura


Um trabalho de Rosimina Ali do IESE a conferir aqui.

Santos de casa não fazem milagres? (7)


Avancemos mais um pouco nesta série.
Defendo que temos treinadores locais capazes de gerir a selecção nacional, gente capaz de ir para além dessa gestão e, com uma equipa profissional, com trabalho paciente e de longo curso, em condições para ter do futebol uma concepção operária que vá das escolas e dos juvenis aos jogadores séniores. Portanto, gente merecedora de auferir salários que, em nossos pecados extraveridos, entendemos pertencerem apenas aos treinadores estrangeiros. Naturalmente gente que, também, exige responsáveis federativos isentos das pressas dos resultados ganhadores.
Concepção operária que devia passar por um acordo de assistência permanente com a Faculdade de Ciências de Educação Física e Desporto. Por quê? Tentarei algumas ideias proximamente. Imagem reproduzida daqui (pode ampliá-la clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato).
(continua)

Táxi-ginga

Leia um trabalho sobre o táxi-ginga da Zambézia em geral e de Quelimane em particular, da autoria de Renato Caldeira, aqui.